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O QUE É LIBERTAÇÃO?

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O QUE É LIBERTAÇÃO?

 

     O que move meu coração a desenvolver este tema acerca do qual se comenta tanto e se emite tantas opiniões, é simplesmente dedicar-me ao que Deus nos tem dado e mostrado, na experiência, sobre o tema da Libertação, e colocá-lo nas mãos de quem verdadeiramente pertence, isto é, À IGREJA.

     O que aqui está, não é, sob nenhum ponto de vista, resultado da super capacidade do homem, mas da maravilhosa paciência, misericórdia e amor de Deus para conosco, dando-nos, através de muitos equívocos, oração e lágrimas, a possibilidade de superar muitos erros e descobrir uma forma de ministrar ordenada e eficaz, e de acordo com a Palavra de Deus, pois Ele é Deus de ordem (Gn 1; Atos 6:1-7; I Cor. 14:40).

QUATRO CONSIDERAÇÕES BÁSICAS

     1. Não podemos falar de libertação se não entendemos com clareza que fomos chamados para uma guerra ou luta (Ef. 6:12).

     2. Não podemos ir à guerra sem estarmos preparados ou equipados para a guerra. Atos do Espírito Santo.

     3. Não podemos ir à guerra se não cremos a Deus (ou seja, se não demos crédito ao que Deus diz; se não confiamos de fato em Sua Palavra, obedecendo-a- Nota da tradução.), Mc 16:17.

     4. Não podemos crer a Deus com uma mente racional. Devemos ser como crianças (Mt 18:3)

I. JESUS, O LIBERTADOR POR EXCELÊNCIA

     Libertação é simplesmente tirar, arrancar do jugo, da opressão e do cativeiro do diabo a uma vida que, supostamente sem medir as conseqüências, encontra-se amarrada ou comprometida com o diabo. Deus ama a criatura, por isso deseja vê-la liberta, livre. No livro de Isaias, no capítulo 58, versículo 5 a 12, Deus mostra que o desejo do Seu coração é dar ao ser humano o auxilio e a libertação que tanto necessita. Na pessoa de Seu Filho Jesus Cristo, Deus nos tem dado a saída para esse grande problema.

     Jesus é o Libertador, Jesus o Grande Libertador por Excelência (Jo 8:31-36).

II. A MISSÃO DE JESUS

     Dar boas novas aos pobres (Lc 4:18, 19; Is. 61:1,2).

1. Curar e Libertar (Lc 6:17-19; 7:11-17; Lc 4:31, 37-41).

2. Desfazer as obras do diabo (I Jo 3:8).

III. A MISSÃO DELEGADA À IGREJA

     Este ministério é uma parte importante do Ministério da Igreja de Jesus Cristo na terra. Poderia dizer sem equivocar, que sem este ensino, tem-se tirado uma parte do Corpo de Cristo, que é a Igreja, e tem-se criado filhos incapacitados. Pelo amor de Deus, reflitamos sobre isto. Temos que recuperar a verdadeira missão completa da Igreja, que é: “...Pregar Boas Novas aos abatidos, restaurar os contritos de coração, proclamar liberdade aos cativos, e abertura de prisão ao presos; a proclamar o ano aceitável do Senhor, e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar os tristes (enlutados)...”

POR QUE A LIBERTAÇÃO É NECESSÁRIA?

I. PARA CURAR A IGREJA.

          A. O QUE É ISTO DE CURAR A IGREJA?

     Eu diria que a Igreja tem trabalhado muito sobre o tema da salvação, um pouco sobre a cura, e algumas coisa sobre libertação (definida como expulsar demônios), portanto a Igreja tem recebido almas novas, porém não tem se preocupado em completar nessas vidas o ministério que Deus nos deixou e nos confiou em Marcos 16 sobre” A Grande Comissão”:

     1. “e disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda a criatura” v. 15.

     2. “Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” v. 16.

     3. “E este sinais acompanharão aos que crerem: Em meu Nome expulsarão demônios; falarão novas línguas” v. 17.

     4. “Pegarão em serpentes; e se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos e estes serão curados” v. 18.

     Desejo analisar este mandamento sob a ótica da Igreja em geral e não somente a partir da denominação. O alto conceito da pregação do Evangelho de Jesus Cristo, a dádiva de Deus, a mensagem de salvação, tem sido pregado e muitas almas têm sido salvas. Glória a Deus! Porém o que a Igreja tem feito com os Sinai? Eles têm nos preocupado? Temos lhes dado a seqüência e a importância que realmente lhes correspondem? Eu me pergunto, o espírito Santo, que é o autor da Palavra, por acaso pode equivocar-se na ordem de como realizar um ministério tão importante como o Ministério que foi confiado à Igreja? Respondo a mim mesmo: Não! O Espírito Santo não pode equivocar-se. Nós no equivocamos em quereremos manipular ao nosso próprio critério e capricho o que o próprio Senhor estabeleceu, e por isso temos feito mal a nossa tarefa; não temos feito a tarefa que o Senhor nos confiou como devemos fazer. Por isso, não devemos nos escandalizar se em nossas igrejas ou qualquer lugar onde se pregue uma mensagem completa, haja manifestações demoníacas e que uma alta porcentagem dos que têm problemas dessa natureza sejam crentes. A razão disto é que nunca temos lhes falado da necessidade da confissão, renúncia e rompimento das ataduras e compromissos antigos com os inimigos, com o diabo e os seus demônios. Portanto, nossas congregações estão cheias de crentes enfermos, com problemas. Vejamos o que o apostolo Paulo fez em Éfeso: Atos 19:18,19.

CRERAM; CONFESSARAM E QUEIMARAM.

II. DAR RESPOSTA AOS DE FORA

Atos 4:23-31; 5:12-16; II Co. 2:4, 5; 4:20; Ef. 6:10-20

     Nunca, como em nossos dias, tem-se visto ocultismo proliferar tanto. O que a igreja tanto perseguia, hoje tem se tornado, inclusive, parte das praticas de alguns que pertencem à Igreja Oficial (a igreja católica). Abriu-se as portas e soltou-se as rédeas a todo tipo de praticas de ocultismo. Quero esclarecer que estou falando que este fenômeno ocorre em países cristãos.

     E que postura da Igreja, qual tem sido? Neste assunto, a Igreja tem permanecido durante muito tempo como espectadora e logicamente, aqueles pobres que caem sob algum problema espiritual não têm outro recurso, ou alternativa, se não irem em busca daqueles que lhes prometem soluções mágicas para os seus problemas. A conseqüência disto é que acabam destruídos e muitos no manicômio. É um contra senso deixar que estas almas saiam a buscar respostas aos seus problemas exatamente onde vão lhes causar mais mal. Portanto, a Igreja tem que se preparar para este desafio. Nós como Igreja temos as respostas adequadas para os problemas das pessoas. Deus cobrará de nós, nos pedirá conta por não termos dado as respostas necessárias aos problemas das pessoas.

COMO SE DEVE MINISTRAR LIBERTAÇÃO?

INTRODUÇÃO

     Como ponto muito importante quero estabelecer a única forma como o próprio Senhor nos ensinou a ministrar.

     “EM MEU NOME expulsarão demônios”. Ele não nos disse que o fizéssemos de outro modo ou de outra maneira. Simplesmente disse: “Em meu Nome...” Mc 16:17.

     Por quê? O Espírito Santo nos dá a resposta através do apostolo Paulo: “Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e Lhes deu o Nome que é sobre todo nome; para que ao Nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o senhor, para a glória de Deus Pai.” (Fil. 2:9-11). Portanto, irmão, se houvesse outra forma ou algo mais eficaz, o próprio Senhor teria nos dito, (você não crê?). Então deixemos de lado nossas próprias fórmulas e sejamos fieis à fórmula Divina.

DEZ PASSOS PRÁTICOS PARA A LIBERTAÇÃO

1. CERTIFICAR-SE DE QUE A PESSOA ESTÁ REALMENTE MANIFESTADA

     É extremamente necessário verificar o grau de consciência que a pessoa manifestada se encontra, cuidado de não agredi-la no processo, mas tratá-la com amor, porque certamente, a pessoa desconhece a situação pela qual está atravessando, o que precisamente está lhe ocorrendo. Temos que evitar excessos de autoridade ao submeter o espírito e não provocar temores, medos à pessoa, porque logo isso poderá produzir nela aprisionamentos ou atadura provocadas por nós mesmos.

2. TOMAR IMEDIATAMENTE AUTORIDADE E SUBMETER O ESPÍRITO MALIGNO, NO NOME DE JESUS, DIZENDO: “SUBMETA-SE EM NOME DE JESUS”.

     Dizer esta frase é muito mais eficaz do que qualquer outra expressão referente à autoridade sobre os demônios, porque esta expressão inclui no somente a área espiritual, mas também todas as outras áreas da pessoa. A palavra que os discípulos usaram foi: “Senhor, em Teu Nome os demônios se nos submetem” (Lc 10:17). Uma vez dada a ordem, crer que o demônio já está sob autoridade.

3. FAZER A PESSOA VOLTAR-SE A SI

     Por exemplo: “Pedro, em Nome de Jesus, assuma o domínio (controle) do seu corpo, da sua mente; retorne agora, abra seus olhos”. Se não souber o nome da pessoa, diga-lhes: “Espírito humano, assuma o controle...” É sumamente importante que a pessoa esteja consciente para poder falar com ela, e para que possa ela mesma tomar as suas próprias decisões. Uma pessoa sob a autoridade de um espírito maligno não é consciente do que faz e o que possa expressar não tem valor. Deus deu ao homem liberdade e responsabilidade par tomar suas próprias decisões, podendo aceitar ou não os Seus mandamentos (Gn 2:3).

          a. ÁREA DO CORPO

     Todo o contato sexual une-se e torna-se em uma carne com todo aquele com quem se participa (I Cor. 6:16), portanto ao tornar-se uma só carne em ato sexual, pode ser receptor tanto de enfermidade física como também de problemas espirituais (aprisionamentos ataduras -, pactos, incorporações, etc.). Por isso, é necessário desligar a pessoa do aprisionamento sexual e espiritual (de malignos) ao qual se submeteu, unindo e participando o seu corpo sexualmente, e tornando-se um com aquele, seja com uma pessoa do sexo oposto, do mesmo sexo, ou com um animal.

     Aborto também traz aprisionamento. Primeiramente por ser um homicídio e em seguida pelo sentimento de culpa que traz para a mãe (se o pai tiver sido cúmplice, ele também precisa ser tratado).

          b. ÁREAS DA ALMA

     Na área da alma (pensamentos, sentimentos, emoções e vontade) os aprisionamentos partem de duas bases fortes que são: ódio e o medo.

1) O ódio é um dos espíritos mais resistentes, que dá lugar a rancor, ressentimentos, invejas, orgulhos, violência, vingança, maledicência, raízes de amargura, falta de perdão, etc. Aquele que não perdoa no pode ser perdoado (mt 6:14, 15; Mc 11:25, 26).

2) O medo traz como conseqüências aprisionamentos que são conhecidas com o nome de traumas, fixações, complexos, convulsões, temores, duvidas, insegurança, fobia, etc.(II Tm 1:7)

          c. ÁREAS ESPIRITUAL

     Quando falamos da área espiritual, não estamos falando do ESPÍRITO (espírito humano), mas tudo que corresponde ao mundo das trevas, porquanto o espírito está unido ao Senhor. Todo contato como o mundo espiritual das trevas (ocultismo) traz aprisionamento que podem chegar a ser muito sérios (Dt 29:29). Deus não permitiu ao entrar por outra porta compromete-se com diabo. O ocultismo é aparentemente inocente, desde o horóscopo até à magia negra mais forte (Dt 18:9-14).

     4. PERGUNTAR À PESSOA SE ELA DESEJA SER LIBERTA, EXPLICANDO-A COM PRUDÊNCIA O QUE OCORREU QUE NECESSITA SER LIBERTA.

     Temos que respeitar sua decisão, pois a pessoa tem livre arbítrio. Nós não podemos obrigar ninguém a ser liberto. As decisões quanto ao espiritual especificamente, são da própria pessoa, porque cada um dará conta de si mesmo (Rm 14:12). No plano espiritual mais do que em qualquer outra coisa, a pessoa é responsável por suas próprias decisões. Eu não posso salvar a um familiar meu ou a um amigo por mais que eu o ame. È sua própria decisão. Deus nos trata pessoalmente.

     5. SE A PESSOA CONCORDA EM SER LIBERTADA, APRESENTAR-LHE O PLANO DE SALVAÇÃO PARA ELA ENTREGAR-SE A CRISTO (POIS SEM CRISTO NÃO HÁ LIBERTAÇÃO).

     No inicio e na base da libertação e em seu desenvolvimento é imprescindível a presença de Cristo. Há que reconhecer que a pessoa se encontra com aprisionamento (ataduras) espirituais por estar sob o domínio e autoridade do diabo.

     Pecado=diabo. Todo aquele que comete pecado é escravo do pecado (Jo 8:34; Rm 6:16). Porém, a Palavra de Deus também diz: “Se o Filho vos libertar verdadeiramente sereis livres”. (Jo 8:36). Somente é possível sair do domínio do diabo colocando-se sob a autoridade de Cristo. Ao apresentar Cristo à pessoa, podemos nos deparar com três situações diferentes:

          A. Os que não conhecem ao Senhor.

          B. Os que O conhecem, mas se afastaram.

          C. Os que conhecem a Jesus, O amam, seguem-No, porém não têm tido resposta para os seus problemas.

     Em qualquer dos casos, não devemos atuar julgando, mas ajudando àquela pessoa que o Senhor encaminhou a nós para ministrá-la.

     6. INVESTIGAR E IDENTIFICAR AS ÁREAS DO SER DA PESSOA (CORPO, ALMA, ESPÍRITO) ONDE AS CONSEGUENCIAS DO PECADO TENHAM DEIXADO APRISIONAMENTOS (ATADURAS).

     Falar de aprisionamento é falar de conseqüências do pecado. A desobediência a Deus, entrar nas coisas proibidas por Deus, em muitas circunstâncias, traz compromissos que têm conseqüências, que às vezes vão muito além do que se imagina. Por isso, é necessário indagar nas áreas mencionadas anteriormente, para que se possa identificar através delas as causa pelas quais a pessoa permanece aprisionada.

     7. LEVAR A PESSOA A RENUNCIAR, EM NOME DE JESUS, A CADA APRISIONAMENTO EM VOZ ALTA E ESPECIFICAMENTE, TAL COMO FOI FEITO.

     Renunciar a todos aprisionamentos, não é outra coisa senão retornar ao ponto de partida onde a pessoa se envolveu e se comprometeu com o inimigo, seja no físico, em sua mente ou no espiritual; e a renuncia tem que ser feita especificamente para cada compromisso, tal como foi feito o compromisso e em voz alta.

          A. APRISIONAMENTO FÍSICO

     “Renuncio, em Nome de Jesus a todo aprisionamento sexual e espiritual com (tal pessoa) e a autoridade que lhe concedi submetendo-me e participando com ela do meu corpo”.

          B. APRISIONAMENTO DE ÓDIO

     “Renunciar, em Nome de Jesus, a todo espírito de ódio que tenho contra (tal pessoa) por (causa especifica) e o / a abençôo em Nome de Jesus”.

          C. APRISIONAMENTO DE MEDO

     “Renuncio, em nome de Jesus, todo espírito de medo que me sobrevem por (tal causa ou tal pessoa). Se é através de uma pessoa, a perdôo e a abençôo em Nome de Jesus”.

          D. APRISIONAMENTO ESPIRITUAIS

     “Toda consulta, seja a nível de horóscopo ou busca para saber o futuro, leva a uma dependência do consultante para com o consultado, e tudo que o consultado prediz, o faz através de um espírito de adivinhação, portanto é sacerdote ou ministro do diabo. Aquele que cura e não o faz através do espírito Santo de Deus, o faz através de outro poder de engano, ou seja, poder do diabo. O próprio satanás se disfarça como anjo de luz (II Cor. 11:14). De modo que toda pessoa que tem seguido o conselho se um sacerdote do diabo se submeteu a um espírito que opera sob a ordem de seu príncipe, e a pessoa que fez essa consulta, se submeteu a um espírito imundo, seja qual for o compromisso ou pacto que tenha feito a fim de conseguir o que foi pedir.

     Renunciar a toda autoridade à qual se submeteu, deste modo:

     “Renuncio, em nome de Jesus, a toda a autoridade que concedi sobre a minha vida, (a tal ou qual adivinho ou feiticeiro ou bruxo) e a todo espírito que opera nele e a todo compromisso com ele”.

     8. ASSUMIR (TOMAR) AUTORIDADE EM NOME DE JESUS E QUEBRAR TODO APRISIONAMENTO ESPECIFICAMENTE E EXPULSAR OS ESPÍRITOS IMUNDO.

     IMPORTANTE: Se não obtiver um resultado imediato, levar a pessoa a voltar-se a si (ponto

     3) e prosseguir indagando, interrogando (ponto 6), pois pode ficar algo oculto e que não nos esteja permitindo a vitória.

     Fazer uso da autoridade que o Senhor no conferiu, quebrando, rompendo especificamente a ligadura, todo aprisionamento; e expulsar todo espírito imundo ou demônio no Nome de Jesus, é o resultado de uma tarefa feita com amor e dedicação, e por suposto, com a intenção insubstituível da pessoa do Espírito Santo. Sem dúvida alguma tem que dar um resultado positivo (Lc 13:16). É um dever de todos o servo de Deus exercer a autoridade que o Senhor lhe tem delegado (Mc 16:17).

     9. LEVAR A PESSOA A AGRADECER A DEUS, M NOME DE JESUS, POR SUA LIBERTAÇÃO, PORQUE SOMENTE A ELE PERTENCE A GLÓRIA E A HONRA.

     Este é um ponto que pode parecer de importância secundária, porem a Palavra de Deus nos indica que a ele pertencem a glória, a honra, o poder (Apoc. 7:12). Uma pessoa libertada está disposta a agradecer ao seu libertador; e que somos nós, mas a graça de Deus para conosco em Cristo Jesus, senhor nosso.

     10. ORAR PARA QUE A PESSOA SEJA CHEIA DO ESPÍRITO SANTO.

     “Receba agora a unção, o enchimento, o poder, a graça do Espírito Santo”.

     Fazer com que a pessoa glorifique e exalte o Nome do Senhor. Se ela não o fizer livremente, volte a indagar (retorne ao ponto 6) porque ainda resta alguma coisa para ser colocada diante do Senhor.

     O conselho principal é da parte do próprio Senhor: “...Uma casa limpa, ordenada não tem que ficar vazia, mas tem sim, que estar cheia do espírito santo” (Mt 12:43-45).

 

Versículo do Dia

Ne 2:5

"E disse ao rei: Se é do agrado do rei, e se o teu servo é aceito em tua presença, peço-te que me envies a Judá, à cidade dos sepulcros de meus pais, para que eu a reedifique. "



by Estudo Bíblico

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