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FILOSOFIA BÍBLICA DE MINISTÉRIO

 ESTRUTURA DA IGREJA 

BASE CORPORATIVA


FILOSOFIA BÍBLICA DE MINISTÉRIO

 

CONCEITUAÇÃO

     Uma filosofia de ministério pode ser considerada bíblica quando a sua origem e dinâmica são extraídas de uma teologia biblicamente bíblica, se identificando com o modelo ensinado ou exemplificado nas Escrituras.

PASSOS PARA AQUISIÇÃO DE UMA FILOSOFIA BÍBLICA DE MINISTÉRIO

     A assimilação de uma Teologia Bíblica da Igreja, da natureza e propósito da Igreja ensinada por Jesus e revelada pelo Espírito Santo no N.T.

     A percepção do modelo pastoral de Jesus em todas as suas dimensões.

     A assimilação do ensino e modelo pastoral dos Apóstolos, especificamente (especialmente) do Apóstolo Paulo, que além do seu exemplo de vida, nos dá orientações específicas acerca da natureza e propósitos do pastorado nas Epístolas de sua palavra.

NECESSIDADE DE UMA FILOSOFIA BÍBLICA DE MINISTÉRIO

     O fato de que o pastor é o elemento homem responsável pela qualidade de vida da Igreja, pela visão da Igreja de ser Igreja e pela exposição Bíblica ou não da Igreja como CORPO e CORPO de CRISTO e da consciência individual dos seus membros como membros de Cristo e como corpo de Cristo e membros uns dos outros (Atos 20:17,28; I Tessalonicenses 1:3; I Tm. 3; Apocalipse 2).

     O fato da influência sutil e imensa dos valores deste século, aqui estamos permanentemente expostos no dia a dia, que apesar de sutil, tenta nos impor de forma violenta os seus valores, princípios e métodos.

     O risco que corremos de fazer da Igreja uma expressão da nossa imagem (e não de Cristo), através dos nossos conceitos (vindos do nosso EGO), dos nossos preconceitos, formação e depreciações.

     A realidade da pressão e opressão que recebemos do deus deste século, procurando nos cegar (II Cor.4:4) nos desestimular e nos desviar dos alvos bíblicos para as nossas vidas e para a vida da Igreja como corpo e dos seus membros individualmente.

     A necessidade que o pastor tem de identificar as suas prioridades de seu trabalho a luz da Palavra de Deus, e colocá-las em ordem, a fim de não ser absolvido pelas muitas pressões que recebe e para que não seja vencido pela tirania do urgente em detrimento do NECESSÁRIO.

     O fato de que sem filosofia de ministério consciente, o pastor não tem consciência do seu próprio trabalho, enquanto fica limitado ou bloqueado para adquirir a visão bíblica dos alvos de Deus para a Igreja. Fica sem saber para onde CONDUZIR a Igreja, não tem alvos específicos e alvos para o seu trabalho e em decorrência ele e a Igreja ficam girando em círculo, sem saber para onde ir, vivem como que batendo no ar (ele e a Igreja ficam como os ISRAELITAS rodeando em volta das bênçãos a eles prometidas. Enquanto o pastor vive a repetir conceitos de outros sem experimentá-los (a capa de Saul em Davi) a repetir formas e estereótipos diversos (estereotipia repetições inconsciente; amaneirados, permanência em posições estranhas, etc., que chegam a ser sintomas de esquizofrenia) e fugindo da realidade.

     Porque a ausência de uma filosofia bíblica de ministério traz muito prejuízo ao pastor:

è Diante de Deus Jer. 23:15; Ez. 34:2; Is. 23:4; I Tm. 1:12;

è Diante de si mesmo At. 20:28; I Cor. 9:27;

è Diante de sua família I Tm. 3:4,5; Tito 1:6;

è Diante da Igreja Ef. 4:11-16; At. 20:26,27.

     Porque por mais estranho que possa parecer é a filosofia de ministério que irá determinar a filosofia de vida do pastor. Sua filosofia de vida é em geral decorrência da sua filosofia de ministério, uma estará ligada a outra, elas se completam. É da sua filosofia de ministério e de vida que vem a sua visão de ministério pastoral (se integral ou dividido), os limites do seu envolvimento em atividades do cristianismo, o seu investimento em preparação pessoal (aquisição de livros, tempo semanal para estudos e leituras, decisão para fazer outros cursos, ter propósitos reais nestes cursos).

     A percepção teológica É grande a influência da nossa filosofia de ministério em nossa percepção teológica. Pastor sem filosofia de ministério definida e consciente, tem conceitos teológicos pobres e dificilmente crescem na reflexão teológica e no aperfeiçoamento teológico VIVO.

     Sem filosofia de ministério o pastor fica impaciente para esperar as pessoas crescerem em Cristo (Gal. 4:19; Ef. 4;13).

     O exemplo mais detalhado de uma filosofia de ministério consciente está em I Cor. 9:15-17.

A REALIZAÇÃO PESSOAL DO PASTOR

      Nada nesta vida é incompreendido e tão difícil de se realizar quanto o ministério pastoral. É incompreendido dentro e fora da Igreja. Fora ou não, o pastor é visto como uma pessoa anormal na sociedade. Até a sua família é descriminada. Muitas situações que envolvem a sua pessoa e seu trabalho tendem a deprimí-lo e produzir um sentido de que o ministério que Deus lhe confiou é um FARDO NEGATIVO (o que não faz parte dos propósitos de Deus Heb. 13:17).

     Ainda que a natureza e as implicações do ministério pastoral sejam tão características, é propósito de Deus que o pastor se realize plenamente como pessoa, no exercício de tão sublime atividade. Verifique o testemunho de Jesus e compare Hebreus 12:2,3 com João 15:11 e 17:13. Veja também At. 20:24.

Conclusão:

     Um pastor sem filosofia de ministério tende a viver frustrado, amargurado com a Igreja, com as circunstâncias e com o próprio ministério, transfere-se de Igrejas sem motivos bíblicos, tem dificuldades para encerrar um pastorado ou ministério pastoral e no final da vida, se for honesto, terá dificuldades para dizer a si mesmo “combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé.” II Tm. 4:7

     Uma filosofia bíblica de ministério é um instrumento que Deus usa para liderar o pastor nos Seus propósitos para com a Sua Igreja e para a realização diária e final do pastor que tem a alegria de realizar um ministério consciente e responsável.

CENTRALIDADE DE UMA FILOSOFIA BÍBLICA DE MINISTÉRIO

     Na experiência existencial da Igreja como Corpo de Cristo - João 17.

     No equipamento de cada servo para o exercício consciente do seu ministério pessoal Ef. 4.

     No reconhecimento das prioridades do ministério Atos 6:4; I Tm. e II Tm.

     Na coragem para o posicionamento diante das prioridades Autodisciplina I Cor. 9:25-27.

     No reconhecimento da nossa verdadeira posição como líderes no Corpo de Cristo.

     Somos servos Paulo - Atos 20:24-2.

     Humildade - Mat. 11:29.

     Somos Igreja Ef. 1:22,23.

     Ser instrumento para que a Igreja viva conforme os propósitos de Deus para a sua existência neste tempo na terra, (confira a carta aos Efésios), que são:

     Ser e viver como Corpo de Cristo;

     Ser e viver para a expressão e louvor da glória de Deus;

     Ser expressão da comunhão existencial da Triunidade, através da comunhão dos salvos entre si;

     Ser testemunha da presença e do poder operante de Deus em todas as circunstâncias - I Ped. 2:5.

     Ser instrumento para que todos ouçam a mensagem pessoal e o poder de Deus e para que o mundo veja os resultados da salvação na vida dos salvos e da Igreja como Corpo de Cristo.

     Uma mensagem Biblicamente Bíblica de ter:

               ? Vocação ministerial (chamado);

                    Conceito Histórico (geral);

               ? Teologia exegética;

                    Contextualização

     Revelação espiritual (sabedoria e conhecimento).

VISÃO PANORÂMICA DA HISTÓRIA DA IGREJA

ROTEIRO:

     1 - O início dos fundamentos da igreja;

          - O fundamento desta Igreja (JESUS CRISTO) Mateus 16:16-19 Espírito Santo, doze apóstolos;

          - A responsabilidade desta Igreja. Mateus 16:18-19 Quebrar as portas do inferno;

          - A direção que a Igreja deve ter João 13:34-35 Amor vivido;

          - O direcionador da Igreja João 14:16-26 Espírito Santo;

          - A unção da Igreja, e a ordem de Jesus. Atos 1:8 Espírito Santo.

     2 - O início da Igreja

          - A Primeira proclamação pública dos discípulos (Atos 2:14)

          - Os primeiros salvos, pela graça mediante a proclamação do Reino de Deus. Atos 2:37-47

          - Aproximadamente dois dias depois disto, outro acréscimo a Igreja. Atos 4:4

     2.1 - O estilo de vida da Igreja primitiva

     Este consistia em quatro elementos básicos para o andamento:

          1 - O estudo da doutrina dos apóstolos.

          2 - Comunhão entre os crentes Amor.

          3 - O partir do Pão.

          4 - Oração juntos e individual (vida de oração). Atos 2:42

     2.2 - A conquista de Jerusalém para Jesus Cristo

          - O plano era reunião de casa em casa.

          - Perseverar na Doutrina dos apóstolos

          - Conservar e lutar pelo amor

          - Vida intensa de oração e evangelismo. Atos 5:28

     2.3 - Como acontecia o crescimento tão rápido da Igreja

          - A proclamação da paz

          - As curas em geral 

          - A proclamação do Reino

     3 - O Evangelho em Samaria

          - A perseguição em Jerusalém 

          - O início da Igreja em Samaria

     4 - O Evangelho em Antioquia

          - Algumas semanas mais tarde o Evangelho é anunciado: olhe a graça de Deus Atos 11:19-26

          - O primeiro pastor desta igreja gentílica.

          - Barnabé e este convida Saulo para ajudá-lo. Que manifestação da graça. Não acha?!

     5 - As primeiras Missões

          - A Igreja em Antioquia envia Barnabé e agora Paulo, para levarem o evangelho às outras cidades das regiões distantes da Judéia.

     6 - O Evangelho em Éfeso

          - A primeira proclamação: Atos 18:19-21

          - A conquista de Éfeso: Atos 19:9-20

          - A derrota de satanás em Éfeso, com a queda de Diana sua potestade. Atos 19:18-20

     7 - As demais regiões conquistadas: Atos 19:21-22

          - Toda a Ásia é varrida pelo Evangelho

          - Todo o Noroeste da Europa também é varrido pelo Evangelho. Atos 19:21-22

     Notem bem que a perseverança das igrejas no sistema de grupos de comunhão em casas era constante na Igreja do primeiro século e o evangelismo de oração era o meio e nós estamos neste início. Pense nisso.

  

Versículo do Dia

Pv 19:23

"O temor do SENHOR encaminha para a vida; aquele que o tem ficará satisfeito, e não o visitará mal nenhum. "



by Estudo Bíblico

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