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99 -A PRESERVAÇÃO SAUDÁVEL DO APOSTÓLICO NESTE TEMPO

MATEUS 7:21-23

     Está mesmo ocorrendo uma nova reforma na Igreja trazendo no seu bojo a restauração dos ofícios ministeriais de apóstolos e profetas? Como saber se tudo o que temos ouvido é verdadeiramente ou se não é uma onda puramente humana ou, ainda, se não é uma nova “heresia” trazida por indivíduos desequilibrados e oportunistas?

     Se for algo verdadeiro, da parte do Cabeça da Igreja (Efésios 1:22, 23 e 4:15) e executado pelo Espírito Santo pois Ele, o Cabeça diz: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito diz às Igrejas”- como não ser enganado por falsos apóstolos e falsos profetas? Como distinguir os verdadeiros (os levantados pelo Senhor) dos falsos; dos que fazem a si mesmos apóstolos e/ou são enviados por demônios para se infiltrarem e corromperem o verdadeiro? Como discernir ensinos e direção que são verdadeiramente apostólicos de manipulação carnal de oportunistas?

     Estas são perguntas honestas que os verdadeiros discípulos de Jesus Cristo estão fazendo ou deveriam fazer para não serem achados RESISTINDO o Espírito de Deus e, ao mesmo tempo, não serem enganados pela “antiga serpente”, por homens ou por seus próprios pensamentos e sentimentos. Busquemos, portanto, orientação, direção e respostas.

UM TESTEMUNHO PESSOAL

     O Dr. Peter Wagner, um dos mais respeitados pesquisadores e mestres da Palavra de Deus dos nossos dias, autor digno de toda confiabilidade, mostra que após o segundo século, durante 1.800 anos, “os dons e ofícios” de apóstolos e profetas foram rejeitados ou não levados em conta pela Igreja”.

     Sou parte dessa herança e tradição religiosa, como todos, até o final do século XX, mais precisamente dos anos 90.

     Pela graça de Deus, batalho para ser íntegro diante de Deus e dos homens, inclusive intelectualmente. Recebi, como todos os evangélicos, após a Reforma do século XVI, o ensino de que apóstolos e ministérios apostólicos dizem respeito apenas aos doze que andaram com Jesus e, de uma maneira única, ao apóstolo Paulo. Os argumentos e os textos bíblicos usados pareciam incontestáveis. Era o ensino oficial evangélico em todos os níveis. Quem ousaria entender ou pensar diferente? Quem ousasse seria tido como o pior dos hereges e louco. Contudo, essa postura começou a mudar no final do século XX, porque entramos no tempo do cumprimento de Atos 3:21.

     Conheço bastante o poder que a “religião” evangélica ou cristã tem para criar seus próprios fundamentos e interpretar a Bíblia para prová-los. Devido a essa herança, por mais que cuidasse de ser íntegro diante de Deus e dos homens e mesmo sendo pesquisador reflexivo por natureza, dom e graça de Deus, até o meado dos anos 90, eu jamais imaginaria, que Deus, por Sua graça infinita, destruiria todos os meus argumentos e tradições a esse respeito e me livraria de ser achado resistindo o Espírito Santo no que Ele tem feito neste tempo. Conheço-me bem e sei que somente a graça de Deus poderia livrar-me de insistir nos argumentos da minha herança e tradição evangélica. De fato, durante toda a minha trajetória como pastor, tenho estado envolvido intensamente com educação teológica séria ensinando, orientando e administrando.

     Contudo, não foi nada fácil. Entendo os meus irmãos que ainda têm dificuldade para discernir esse assunto nos termos que estamos tratando.

     Em minha trajetória, dentro deste contexto de estudo e busca, tomei conhecimento de que:

     Deus estava “ressuscitando os apóstolos”;

     No Novo Testamento há abundantes evidências da existência de muitos outros apóstolos os quais, durante o primeiro século, também eram reconhecidos;

     O ministério, dom e ofício apostólicos nunca foram cancelados pelo menos no testemunho do Novo Testamento;

     E mais, a natureza do meu próprio ministério, da minha maneira de pensar, sentir e agir eram sinais de que eu tinha esse dom e, mesmo sem saber, exercia um ministério apostólico visível. Isto levou outros, depois de receberem tal discernimento, com autoridade espiritual devida, a fazerem um reconhecimento público de que o Senhor havia me concedido esse dom, conforme Efésios 4:7-13.

     Fiquei surpreso. Passei quatro anos orando, estudando noite e dia e sofrendo para discernir esses fatos à luz da Palavra e da obra do Espírito Santo na Igreja. Pelo caráter de Jesus em mim, eu jamais poderia rejeitar algo da parte dEle e da Sua obra somente para estar bem comigo mesmo, com a minha maneira de pensar e para não ter que deconstruir uma tradição que parecia ser a mais absoluta verdade bíblica.

     No processo desses quatro anos de muita batalha, em todos os sentidos, e dor, o Espírito Santo, pela graça de Deus, foi lentamente removendo o vinho velho e derramando o Seu “Vinho Novo”, em meu espírito e alma, até que, na virada do milênio o assunto estava claramente discernido e entendido para mim, com as suas implicações e dimensões. Só, então, o meu ser abriu-se e o Espírito Santo confirmou, em meu espírito, para aceitar aquele reconhecimento que me tinha sido feito quatro anos antes.

     Graças a Deus, neste momento, já são muitos milhares e milhares de pastores e discípulos não-pastores ao redor do mundo que têm entendimento claro desse fato e outros os quais estão na honesta e deliciosa crise de entendimento e de rompimento intelectual e estrutural.

     Outro motivo de gratidão a Deus e celebração (Isaías 43:19) é que há abundante literatura consistente a respeito, especialmente em Inglês e Espanhol, mas que, infelizmente, não foi publicada em nosso país por desconhecimento ou por medo dos editores não sei.

     Eis a razão pela qual, amados irmãos e co-discípulos do Senhor Jesus Cristo, fazendo coro com uma multidão, dou-lhes testemunho de que verdadeiramente o Senhor faz uma coisa nova (Isaías 43:19), trazendo outra extraordinária reforma à Sua Igreja, que fundamentalmente consiste na restauração da identidade apostólica e profética do Seu Corpo em cujo bojo está a restauração bíblica devida dos DONS e OFÍCIOS de apóstolos e profetas, através dos quais Ele consumará essa reforma e os Seus propósitos para este tempo. Aleluia!

COMO IDENTIFICAR APÓSTOLOS VERDADEIROS

     Uma das coisas óbvias, em todas as áreas, é que não pode haver o falso se não houver o verdadeiro correspondente. Uma das evidências de que, no primeiro século, havia apóstolos além dos doze, são as atitudes das igrejas e as advertências acerca dos falsos apóstolos.

     “Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua perseverança, e que não podes suportar os maus, E QUE PUSESTE À PROVA OS QUE SE DIZEM APÓSTOLOS, e os achaste mentirosos”. Apocalipse 2:2 (Ênfase acrescentada)

     “...Pois os tais FALSOS APÓSTOLOS, obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo...” II Coríntios 11:13

     “Mas penso que em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos (...) Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo”. Apóstolo Paulo em II Coríntios 11:5 e I Coríntios 11:1

     Como na parábola do Rico e Lázaro (Lucas 16:19-31), a resposta dada ao rico, que já estava no sofrimento infernal, absoluta e completamente consciente do que ocorria com os seus irmãos na terra (“... Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite; v.31” SBTB), sempre haverá, até Jesus voltar, no meio da Sua Igreja, muitos que resistirão às Suas intervenções, mesmo que as evidências sejam tão claras como o sol do meio dia. Os escribas e fariseus dos dias de Jesus são os mais repugnantes exemplos disso no Novo Testamento isso será inevitável em nossos dias, especialmente com respeito à restauração dos ofícios de apóstolo e profeta.

     Após dois mil anos de história da Igreja, os que estudam um pouco sabem por experiência, que sempre que Deus está restaurando algo e manifestando graça à Sua Igreja, não importa a área, imediatamente os falsos e falsificadores aparecem. Um dos exemplos desse princípio são os sofrimentos das nações com os falsificadores de dinheiro.

     Na área apostólica e profética, conquanto, ainda estejamos no início desta reforma, já há abundância de falsificação. Como identificar os falsos apóstolos e falsificadores do apostólico?

     Primeira e fundamentalmente temos que investir tudo que for necessário para conhecer suficientemente o verdadeiro. Todos os crentes que foram empolgados, apressados ou passivos quanto a esse esforço, estarão sempre a um passo de caírem no engano dos falsos e falsificadores oportunistas.

     Uma das formas de falsificação e distorção do apostólico é o ensino insistente e argumentos racionalistas contra as evidências bíblicas e históricas, o qual diz ter Deus retirado Apóstolos da Sua Igreja.

     Todos os sábios e prudentes que não desejam resistir ao Espírito, nem caírem nessas armadilhas só têm uma opção: investir, estudar; orar e reestudar a Palavra de Deus nesse assunto, estudar a literatura, pesquisar mesmo o que a Igreja está aprendendo com o Espírito Santo, com o texto bíblico e uns com os outros. Esperamos que comecem a traduzir e publicar a literatura que já está escrita e continua sendo para o português. 

     Quem adquire conhecimento suficiente do verdadeiro se equipa para identificar o falso. Além disso, um dos DONS ESPIRITUAIS de que os discípulos de Jesus mais necessitam, especialmente no tempo do fim, é o de DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS. O próprio Espírito Santo se preocupa com a Noiva de Cristo com respeito aos enganadores. 

     Conforme está em Apocalipse 2:2, a Igreja de Éfeso, no final do primeiro século, tinha princípios através dos quais colocava à prova os que chegavam a eles dizendo-se apóstolos. Agiam assim, por certo, tanto com os que vinham de fora como com os que surgiam entre eles (veja Atos 20:29,30).

     Todo o Corpo de Cristo, neste tempo, necessita de muita sabedoria do Espírito e princípios bíblicos espirituais claros para, como a Igreja de Éfeso, colocar à prova, sem fantasias nem emocionalismo, todos os que se apresentam, sejam como apóstolos ou profetas.

ALGUNS SINAIS QUE INDICAM QUE CERTOS APÓSTOLOS NÃO CORRESPONDEM À RESTAURAÇÃO QUE DEUS ESTÁ FAZENDO:

     Indivíduos que fazem a si mesmos apóstolos. Da noite para o dia decidem que o são, declaram-se apóstolos e passam apresentar-se com o título e reivindicar reconhecimento;

     Líderes que manipulam suas congregações para que os declarem apóstolos por considerarem-se importantes no cenário evangélico, tendo em vista melhorarem sua auto-imagem e manipular as pessoas para seus interesses pessoais, como se tivessem "mais" autoridade espiritual;

     Líderes/pastores cujas congregações e/ou familiares, por bajulação e/ou imitação, são declarados apóstolos, tendo uma festa para tal;

     Indivíduos/pastores que querem se projetar no círculo evangélico e procuram influenciar e bajular outros para que o reconheçam e “o ordenem” apóstolo para espiritualizar seus interesses pessoais-empresariais tirando proveito da simplicidade e boa fé do povo de Deus;

     Indivíduos que criam, eles mesmos, seus próprios "ministérios-empresas" e imaginam que o título de apóstolo lhes facilitarão e lhes darão status nos seus "negócios espirituais", sejam de evangelização, adoração, conferências e seminários, guerra espiritual, etc.;

     Com toda a sabedoria e prudência para “não jogar o bebê fora com a água da banheira”, NÃO PODEMOS IGNORAR o exemplo da Igreja de Éfeso. Não importa quem seja. Todos, indistintamente, precisam ser acompanhados e provados antes de serem reconhecidos como apóstolos verdadeiros. Vejamos:

     = Os doze que foram chamados pessoalmente por Jesus e andaram com Ele na Terra passaram por três anos e meio de prova e um deles era falso;

     = Paulo, de quem o próprio Jesus declarou a Ananias "ser um vaso escolhido" (Atos 9:4) e, que no contexto da sua conversão/salvação, ouviu do próprio Jesus que iria fazê-lo Seu ministro e testemunha (Atos 26:16-18), passou, pelo menos, DEZ anos na cidade de Tarzo sendo provado, até que Barnabé recebeu a ordem de Jesus para buscá-lo e, então, após mais algum tempo de prova, comissioná-lo (Atos 11:25,26; 13:1-4ss - veja o livro de RAY C. STEDMAN, "A dinâmica da Vida Autêntica", pág. 43. Possivelmente, o mais importante estudo discernido no século XX sobre discipulado de alto nível. Editora Sepal - 1ª edição sem data);

     = Mais tarde, o já apóstolo Paulo escreve à Igreja através do seu co-apóstolo Timóteo, orientando-nos em vários assuntos. Na 1ª Carta, dá as seguintes recomendações:

     A NINGUÉM IMPONHAS PRECIPITADAMENTE AS MÃOS... I Timóteo 5:22

     No capítulo 3, orientando a respeito do reconhecimento de bispos e diáconos, dá várias instruções específicas. No verso 10, instruindo sobre a investidura de diáconos, ordena: "Também estes sejam primeiro PROVADOS...".

     À luz dessas indicações, entre outras, O QUE DIZER do cuidado para reconhecimento de APÓSTOLOS e PROFETAS hoje?

     Primeiro e fundamentalmente é necessário verificar suficientemente o CARÁTER. Verificação superficial não serve. O peso desse referencial é tão elevado que o Novo Testamento é abundante em instruções.

     As recomendações de Jesus em Mateus 7:15-23 para identificar falsos profetas são também para apóstolos. Os frutos dos quais ele fala é o CARÁTER.

     Não importa quantos sinais realizem; que profetizem , e que se confirmem o que profetizaram; que se expulsem demônios e façam muitos milagres comprovados. Se não têm o caráter de Cristo, Jesus diz que "NUNCA" os conheceu (vv. 22, 23).

     Nessa questão de caráter, não existe contemporização na Palavra de Deus. Deus não transige com mau-caráter, seja de quem for. Se Ele não atenuou uma falha de caráter no rei e profeta Davi, porventura nos tratará diferente? E o que dizer do rei Saul? O que Ele fez com o casal Ananias e Safira simplesmente porque falaram meia verdade? O que de fato, estava no coração daquele casal? Na "santa Jerusalém" não entra coisa alguma impura, nem o que pratica abominação e mentira (leia Apocalipse 21:9-27).

     O caráter de um verdadeiro apóstolo é o mesmo, tanto em público como em particular, quando está sozinho. Ele não engana as pessoas para ficar bem com elas e/ou demonstra piedade e unção para levá-las a ter uma idéia superior acerca deles, etc.;

     O passo seguinte e interligado com o primeiro é verificar O NÍVEL DE RELAÇÃO deste apóstolo como DISCÍPULO DE JESUS.

     Todo apóstolo verdadeiro é também um autêntico e amadurecido discípulo de Jesus. Mateus 10:1 diz que Jesus chamou a Si os Seus doze DISCÍPULOS e, no verso 2, lemos: "Ora são estes os nomes dos doze apóstolos".

     Alguns sinais básicos de um verdadeiro discípulo de Jesus são:

     HUMILDADE e MANSIDÃO. Jesus convoca e desafia a todos: "... APRENDAM DE MIM, pois sou MANSO e HUMILDE de coração..." (cf. Mateus 11:29). Mansidão é uma manifestação da humildade - humildade de coração. A humildade é um atributo de Jesus - somente Ele é absolutamente humilde. É uma marca do Seu caráter, e a evidência e manifestação visível de santidade.

     Orgulho, soberba, arrogância, vaidade, são atributos do ex-lúcifer. Nenhuma destas coisas jamais serão encontradas em Jesus sob circunstância alguma.

     Todo crente que seja orgulhoso, soberbo, vaidoso, carrega em seu ser, atributos de satanás e não de Jesus. Todos os herdeiros (filhos) de Adão trazem esses atributos, mas os herdeiros de Cristo, os filhos de Deus, trazem os atributos de Jesus (veja Romanos 8:1-7 e Colossenses 3:1-17).

     A humildade de coração e a mansidão de coração são marcas visíveis de todo verdadeiro discípulo de Jesus. Portanto, também, o são para qualquer apóstolo e profeta, independentemente de sua formação acadêmica, condição econômica ou “tamanho” do seu ministério. É do orgulho, da soberba que brotam todas as expressões das obras da carne, e a Palavra de Deus diz repetidamente que os que praticam tais coisas não herdarão o Reino de Deus (ler Gálatas 5:16-21 e referências).

     A Bíblia diz que Deus não usa soberbos, antes os resiste (confira a Palavra de Jesus em Mateus 7:22,23). Tal como satanás/diabo, os soberbos e orgulhosos são inimigos de Deus. A Palavra diz que Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes (veja Tiago 4:6-10; Mat. 23:12).

     Quando um apóstolo ou profeta, começa exaltar-se a si mesmo, insistir na desobediência, no orgulho e na soberba, mesmo que “demonstre” piedade e unção, o Senhor Jesus não estará mais com ele, como ocorreu com o rei Saul (veja I Samuel 15);

     OBEDIÊNCIA CONSCIENTE e DELIBERADA. Obediência é outra manifestação da humildade e da santidade, enquanto a desobediência é evidência da soberba, do orgulho. Em Hebreus 5:8,9, está escrito a respeito de Jesus:

     “... embora sendo Filho, aprendeu a OBEDIÊNCIA por meio daquilo que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, veio a ser o autor da eterna salvação para todos os que lhe OBEDECEM...”.

     Filipenses 2:5-8 revela que Ele esvaziou-Se e humilhou-Se, sendo obediente até à morte, e nos ordena que o mesmo sentimento dEle seja o nosso;

     A COMPAIXÃO. Este é outro sinal de um verdadeiro discípulo de Jesus (confira  Mateus 9:36; 14:14; 15:32; 20:34);

     INTEGRIDADE. Jesus desafiou aqueles judeus cheios de ódio contra Ele: “... Qual de vocês pode me acusar de algum pecado? (João 8:46, NVI). Temos, também, os seguintes testemunhos do apóstolo Paulo:

     “Sempre procuro ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como para com os homens”. Atos 24:16

     “Em nada me sinto culpado, mas nem por isso me considero justificado. Quem me julga é o Senhor”. I Coríntios 4:4

     APRENDIZAGEM PERMANENTE E REALIZAÇÃO NO SERVIÇO. Este é um dos sinais que se destaca em um discípulo verdadeiro. É uma das evidências da humildade e mansidão. Quando qualquer de nós seja qual for nossa função/ministério ou formação pára de estudar e de aprender é porque está se desviando de Jesus, pois a soberba e orgulho estão crescendo nele.

     Discípulo de Jesus é um aprendiz permanente, que conscientemente reconhece que tudo o que sabe, ainda é elementar e superficial. Mas esse discípulo estuda continuamente não para ter conhecimento intelectual, “teológico” da Bíblia e/ou da fé cristã É PARA SER COMO JESUS. Por isso é sempre, em todas as circunstâncias, um servo realizado. Veja o testemunho do apóstolo Paulo em Filipenses 2:20,21 e o capítulo 3 da mesma Carta.

     Outra razão pela qual um verdadeiro discípulo é um aprendiz permanente, é que ele nunca quer entristecer o seu amado Senhor deixando de ouvir e discernir o que o Espírito Santo diz às Igrejas Atos 13:1-4; Apocalipse 2 e 3. O discípulo de Jesus está sempre de antenas ligadas para aprender, independentemente de com quem o seja;

     O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO. Detalhes da revelação acerca do fruto do Espírito nos são dados através de um magnífico contraste com as obras da carne, em Gálatas 5:16-26. O verso 24 diz: “Os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com suas paixões e concupiscências”. O fruto do Espírito (Gálatas 5:22, 23): amor, gozo (alegria), paz, longanimidade (paciência), benignidade, bondade, fé (fidelidade), mansidão, domínio próprio somente se manifesta naqueles que são de Cristo e estes são os que crucificaram a carne com suas paixões e concupiscências. Não basta que sejam evangélicos e ativos líderes em igrejas.

     Todas as expressões do fruto do Espírito estavam, em plenitude, manifestas em Jesus e eram as manifestações do Seu caráter. Este FRUTO é a expressão mais completa da santidade de Jesus na experiência diária de uma pessoa na terra.

     Humildade e mansidão de coração; Obediência consciente e deliberada; Compaixão; Integridade; Aprendizagem permanente e realização no serviço, e Fruto do Espírito são sinais básicos de que uma pessoa é um verdadeiro discípulo de Jesus Cristo e, por conseguinte, são identificados em todos os verdadeiros apóstolos e profetas.

     Escrito por Pr. Silas Quirino de Carvalho e adaptado para uso extremamente interno da Igreja Evangélica Comunidade Encontros com Jesus.

  

Versículo do Dia

Js 24:30

"E sepultaram-no no termo da sua herança, em Timnate-Sera, que está no monte de Efraim, para o norte do monte de Gaás. "



by Estudo Bíblico

Família do Reino de Deus

218 - POR QUE JESUS DOBROU O LENÇO?

  O LENÇO DOBRADO (João 20:7)      Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?      Eu nunca havia detido minha atenção a...

162 - A FONTE DA ESPERANÇA

       “Torno a trazer isso à mente, portanto tenho esperança".      Nunca podemos esquecer que Deus não pode mentir. Ele sabe todas as Suas promessas e, mais ainda, que...

92 - JOÃO 3:16

     Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura de inverno, próximo a uma esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho vendia balas a fim de...

153 - TOMAR DECISÃO, ATITUDE, SEMPRE!!!! É PRECISO!!

 Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios...

214 - O FIM DO MUNDO E O NOÉ... (brasileiro)

     Um dia, o Senhor chamou Noé que morava no Brasil e ordenou-lhe:       - ANTES DE 21.12.2012, 6 meses antes, (NOVO FIM DO MUNDO) farei chover ininterruptamente durante...