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71 -OS TEMPOS DA RESTAURAÇÃO DE TUDO

     “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados e venham, assim, os tempos de refrigério pela presença do Senhor. E envie Ele a JESUS CRISTO, que já dantes vos foi pregado. Convém que o céu O CONTENHA até OS TEMPOS DA RESTAURAÇÃO DE TUDO, dos quais Deus falou pela boca de todos os Seus santos profetas, desde o principio”. (Atos 3. 19-21)

     Virei outra vez, disse Jesus. Jesus Cristo voltará. Aleluia! Maranata! O dia ninguém sabe. Somente Deus. Aleluia! Bendito seja Deus que não deu a ninguém saber o dia do retorno do nosso AMO, do nosso Senhor, Jesus Cristo. Mas Ele, Jesus, nos dá as dicas do contexto da época, dos sinais dos tempos. (Mateus 16:1-3; 24; etc.)

     “VIREI OUTRA VEZ, e vos levarei para Mim mesmo” (João 14:3), garante o Amado à Sua noiva, aos seus discípulos. E ainda acrescenta o Espírito Santo. “Vede. Ele vem com as nuvens e todo olho O verá, até mesmo os que o trespassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão, sobre Ele. Sim. Amém”. (Apocalipse 1:7). ...Ele vem com as nuvens; ...Todo olho O verá., ...Todas as tribos da terra se lamentarão...

     Por que lamentarão? Porque todas as pessoas que rejeitarem a Jesus como Senhor e não O amarem, começarão a entrar em juízo e desespero imediatamente a partir do momento da Sua manifestação na segunda vinda.

     Todas as tribos (povos) da terra se lamentarão (se desesperarão). Por quê? Porque na geração, para a qual Jesus voltará, não haverá ninguém que não tenha ouvido o TESTEMUNHO, a pregação, a proclamação do Seu Nome: “E este evangelho do Reino há de ser pregado em todo o mundo para testemunho a todos os povos. Então virá o fim. Ide, pregai o Evangelho a toda criatura (a cada pessoa), quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado”. O Senhor anuncia também: “Eu Sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, Aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-poderoso". (Mateus 24:14: Marcos 16:15-16; Apocalipse 1:8). Jesus é o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim: todos terão que se ajustarem com Ele, desde Adão, queiram ou não: “Porque Deus O exaltou soberanamente, e lhe deu um Nome que é sobre todo nome, PARA QUE AO NOME DE JESUS se dobre todo joelho dos que estão nos céus, na terra e debaixo da terra, e TODA LÍNGUA confesse que Cristo Jesus é O Senhor para glória de Deus Pai”. Aleluia! (Filipenses 2:10-11)

“CONVÉM QUE O CÉU O CONTENHA”

     Esta é uma revelação fantástica, da parte do Espírito Santo, através do apóstolo-profeta, Pedro:“...E envie Ele (o Deus Triúno) a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado. CONVÉM QUE O CÉU O CONTENHA ATÉ...”.

     (Os termos nesta versão são mais significativos do que os empregados na Nova versão Internacional (NVI), que diz simplesmente: “é necessário que Ele permaneça no céu”.)

     “Convém que o Céu O contenha”. Jesus aguarda com grande expectativa algo que Ele deseja muito..., que chegue logo o momento d'Ele ser enviado para encontrar a Sua Noiva e estar com ela definitivamente (Apocalipse 19:1-8). A idéia é que o desejo de Jesus para estar com a Sua Noiva é tão intenso que Ele precisa ser contido para não vir antes da hora, do tempo, do Kairós de Deus. Aleluia! Como Jesus ama a Sua Igreja! Bendito seja o Teu Nome Jesus!!!

     Há um tempo estabelecido por Deus, há um contexto, há coisas que Deus estará fazendo como preparação específica e final. Qual é este tempo? Diz a Palavra que são “os tempos da restauração de tudo”. Jesus está aguardando no céu “até que chegue o tempo em que Deus restaurará todas as coisas”.

     Estamos vivendo neste tempo! Por certo um dos mais fascinantes da história. Deus, nesta preparação, já fez coisas extraordinárias antes de nós, dos nossos dias. A última geração será participante e agente da consumação da história. Veremos, seremos participantes e agentes da culminação das profecias anunciadas pelo Senhor!

O QUE DEUS ESTÁ RESTAURANDO NESSE TEMPO?

     A restauração é, por certo, parte da preparação de tudo que é necessário para culminar com a volta de Jesus (Atos 3:20). Conforme o texto, desde o princípio Deus falou desta RESTAURAÇÃO, pela boca de todos os Seus santos profetas.

     Restauração do quê? O que são todas as coisas ou tudo, nesta revelação?

     Esta é uma profecia especifica a respeito da volta de Jesus, cuja aplicação final se dará na Igreja. No verso 18 (Atos 3:18), o apóstolo-profeta fala do cumprimento das profecias a respeito da primeira vinda de Jesus: “Mas Deus assim cumpriu o que já dantes pela boca de todos os Seus profetas havia anunciado, que o Cristo havia de padecer”.

     A partir do verso 19 ele passa a aplicar o que havia proclamado a respeito de Jesus até o momento:

“ARREPENDEI-VOS, POIS, E CONVERTEI-VOS...”

     A palavra que está no verso 20, “... e ENVIE Ele a Jesus, que JÁ DANTES vos foi pregado”, refere-se ao testemunho que as próprias autoridades (e o povo) de Israel já haviam recebido e estavam recebendo acerca de Jesus; refere-se principalmente à pregação do apóstolo Pedro que está no capítulo 2 (Atos 2:14-

     Portanto, agora, nesta altura do testemunho (nos versos 20 e 21), o apóstolo está falando da segunda vinda de Jesus, e que, como parte da preparação, Ele irá RESTAURAR TODAS AS COISAS: desta restauração Deus falou também pela boca de Todos os Seus Santos Profetas.

     Deus RESTAURARÁ tudo que ao longo da história a ação maligno-humana intentou roubar da Sua Igreja, a saber: a manifestação da Sua glória, como está em Efésios 3:21: “...a Ele seja Glória, na IGREJA e em CRISTO JESUS, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém”.

"EM QUE CONSISTE ESTA “RESTAURAÇÃO DE TUDO"

     Como parte da obra da graça do Senhor para remoção das “MANCHAS, RUGAS e coisas semelhantes da Sua Igreja, para apresentá-la a Si, santa irrepreensível (Efésios 5:27)”, cremos, através do testemunho das Escrituras e do Espírito Santo, que esta RESTAURAÇÃO inicia o seu cumprimento final em nossa geração, e inclui :

I) A RESTAURAÇÃO DA PLENITUDE DO PENTECOSTES.

     A igreja nasceu do derramamento do Espírito Santo, e viveu cheia do Espírito e guiada pelo Espírito nos primeiros anos (veja Atos 9:31:13:1-3: Apocalipse 2:7, 11.17...). A restauração da “plenitude do Pentecostes” reconduzirá a igreja (aos que de fato são discípulos de Jesus, as Suas ovelhas que ouvem a Sua voz O seguem, João 10:27) a uma vida diária, e normal correspondente à vida descrita no livro de Atos do Apóstolos. Ali, muito mais do que um relato histórico temos um testemunho, uma demonstração de como Deus espera que seja a vida normal da Sua Igreja na terra. Cremos que, como foi a vida e dinâmica da igreja no início, será no final, no “acabamento” da edificação que Jesus está fazendo (Mateus 16:18-19).

     Quando a Igreja nasceu, vivendo a PLENITUDE DO PENTECOSTES (Atos 2), o relacionamento com Deus e uns com os outros, de todos os que iam sendo salvos (2:44), era marcado pelo “temor do Senhor” por uma adoração incomum, por um relacionamento de afeto (amor ágape), por companheirismo, prazer em estarem juntos e de unidade espiritual (2:46) de testemunho vivo, de sinceridade no íntimo, de cuidado mútuo, de alegria contagiante, de realização em Cristo, de adoração em espírito e em verdade (viviam louvando a Deus 2:47,42), de testemunho vivo de Jesus (do Evangelho do Reino): de manifestação da autoridade apostólica com muitas maravilhas e sinais de aprendizado e aplicação da Palavra: de perseverança na oração de adoração e serviço: na celebração de Jesus (2:42).

     Era guiada (administrada gerenciada) pelo Espírito Santo: impactava as cidades com o “Evangelho do Reino” e se multiplicava em cada cidade (Atos 9:31). Aleluia!

     Sim, o livro de Atos dos Apóstolos é muito mais do que informação histórica: é uma fotografia, é uma demonstração de como Deus espera que seja, viva e atue a Sua Igreja na terra, em todos os lugares e em todos os contextos geográficos e históricos. Ali, é o testemunho da Igreja sendo edificada e dirigida pelo Espírito Santo, vivendo e atuando sob a influência, e poder do Espírito Santo. Isto é o Pentecostes:

     “Recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo e sereis...” (Atos 1:8). A revelação dada através do apóstolo Paulo em Romanos 15:4, de que “tudo que outrora foi escrito, para o nosso ensino foi escrito...”, aplica-se, no mesmo nível, a todo o Novo Testamento, portanto e ao livro de Atos. Para a Igreja no processo histórico (o Corpo de Cristo em formação), até à volta de Jesus, o livro de Atos é testemunho, ensino e PROFECIA.

     Nesta Palavra (Atos 3:21), o apóstolo está profetizando: “convém que o céu O contenha até os tempos da RESTAURAÇÃO DE TUDO” ele está falando da história inteira da igreja, desde aquele início até o último dia na terra.

     De certa forma, bastaria a RESTAURAÇÃO, na igreja, da PLENITUDE DO PENTECOSTES e “todas as coisas estariam sendo restauradas automaticamente; mas isto já começou. Quem tem ouvidos para ouvir e olhos para ver estará ouvindo, vendo e sendo agente, instrumento do Espírito Santo para esta restauração (muitos já estão sendo).

     A profecia de Isaias 43:19-21 é uma proclamação de Deus para nós também, neste tempo, todo contexto o demonstra, diz o Senhor:

     “...Vede Eu faço uma coisa nova, que está saindo a luz; não a percebeis? Porei caminhos no deserto e rios no ermo. Os animais do campo Me servirão, os chacais e as corujas porque porei águas no deserto e rios no ermo, para dar de beber ao Meu povo, ao Meu escolhido. O povo que formei para Mim, para que Me desse louvor...”

     Comece a ORAR e BUSCAR ao Senhor sinceramente, clamando, com o discernimento profético devido, pela restauração da PLENITUDE do Pentecostes em sua vida com Jesus e em sua Congregação, e você, que é ovelha de Jesus, se surpreenderá experimentando e sendo agente do cumprimento desta promessa - desta “RESTAURAÇÃO DE TUDO”.

     Por certo, neste processo, o Espírito Santo guiará a arrependimentos profundos, a confissões de pecados religiosos (especialmente), e de pecados contra o Espírito Santo; guiará a renúncias (das infiltrações religiosas em sua fé e práticas, de feitiçarias evangélicas, etc.) e a RECOMEÇOS... retorno (Atos 3:19).

     Em decorrência da restauração da plenitude do Pentecostes, o processo para a “restauração de tudo” se desenrola, e então, virá:

II) RESTAURAÇÃO DA CONSCIÊNCIA DE CORPO DE CRISTO.

     Restauração que inicia na experiência pessoal dos salvos e individualmente (ovelhas - João 10:27), e vivenciada nas CONGREGAÇÕES LOCAIS, (em congregações que, de fato, sejam expressões da Igreja que Jesus está edificando -Mateus 16:18): e, desta experiência vivenciada de Corpo de Cristo nas congregações locais, nascerá a UNIDADE ESPIRITUAL da IGREJA NAS CIDADES (não unidade estrutural, administrativa ou denominacional), mas espiritual. Então, o Corpo de Cristo começará a se manifestar nas cidades, nos termos descritos no Novo Testamento: a Igreja em Éfeso, Colossos, Filadélfia, Corinto, Tessalônica, etc.

     Sem a restauração da Plenitude do Pentecostes, todos esses “sonhos” serão impossíveis: mas com essa plenitude restaurada seremos guiados automaticamente pelo Espírito à vida de Corpo de Cristo.

     Esta consciência e identidade de Corpo de Cristo começa a se manifestar na medida que começamos a obedecer (e experimentar) o novo MANDAMENTO dado por Jesus. Ele ordena:

     “Novo mandamento vos dou: amai-vos uns aos outros. Como Eu vos amei a vós, assim também deveis amar uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” - (João 13:34-35)

     A manifestação do Corpo de Cristo numa Cidade, ou seja, da Unidade da Igreja na Cidade, não acontecerá se essa Consciência de Corpo de Cristo não fizer parte da experiência de salvação de cada salvo (Atos 2:47) (o joio nas igrejas atrapalha muito - vede Mateus 13:36-43); e se essa experiência e identidade de corpo não for VIVIDA e experimentada nas Congregações (igrejas) locais, não precisamos esperar que haverá unidade espiritual verdadeira entre as congregações (igrejas visíveis) na cidade. Eis o processo:

1º) A experiência espiritual, pessoal, de cada salvo, de ser Corpo de Cristo, de pertencer uns aos outros espiritualmente, de ser parte e continuação uns dos outros em Cristo (Romanos 12:4-5; Atos 2:42-47, I Coríntios 12:12-27; I Coríntios 13; etc);

2º) Vivenciar esta realidade a nível da Congregação local - neste caso esta congregação torna-se expressão visível do Corpo de Cristo e credenciada para exercer devidamente a autoridade que Ele confere à Sua Igreja neste tempo (Mateus 16:18-19; 18:15-20);

3º) Uma vez que na Congregação local começa-se a viver como Corpo de Cristo, com o companheirismo do nosso mandamento, isso fluirá automaticamente para com os irmãos das outras congregações e ENTRE AS CONGREGAÇÕES, gerando a UNIDADE e MANIFESTAÇÃO da Igreja da cidade.

     Esta unidade na cidade nunca virá como uma estrutura ou um programa, mas como resultado da experiência individual com Jesus vivenciada como Corpo nas congregações locais e pela Plenitude do Pentecostes, ou seja: A Vida Cheia do Espírito Santo.

III) RESTAURAÇÃO DA IDENTIDADE E CONSCIÊNCIA PROFÉTICA DA IGREJA

     A Igreja, Corpo de Cristo é de natureza essencialmente profética em sua origem, natureza, propósito, manifestação e atuação. O que faz a igreja diferir de qualquer outra instituição humana, humanista, humanitária, religiosa é a sua natureza profética. Se a igreja (qualquer congregação local) perde a sua identidade profética, perde a sua finalidade e identidade de Jesus, e, mesmo que tenha um “programa” evangélico de educação religiosa e missionária, ela torna-se igual a qualquer outra organização humano-religiosa.

     O que o Senhor entregou à Sua Igreja para realizar e demonstrar neste tempo, até à Sua volta, somente pode ser realizado devidamente, na medida que, os salvos como indivíduos e a Igreja, através das congregações locais, tenham plena consciência da sua natureza profética e hajam como tal. Ao longo do processo histórico, o ladrão, o diabo (João 10:10; 8:44: Apocalipse 12:9) tem conseguido grande sucesso em roubar, matar e destruir esta identidade profética da igreja, tornando-a como a igreja de SARDES, que tem nome de que está viva, mas está morta (Apocalipse 3:1); ou como a operosa e encantadora igreja de ÉFESO, que deixa o seu primeiro AMOR, e se não se arrepender terá o seu candeeiro/castiçal removido pelo Senhor (Apocalipse 2:1-5); ou como a famosa igreja de LAODICÉIA, que é morna, não é fria e nem é quente, e está para ser vomitada da boca do Senhor (Apocalipse 3:15-16).

     A Igreja (cada congregação local do Corpo de Cristo), somente alcança, realiza Sua missão, a sua tarefa devidamente, de reinar (governar) com Cristo (Apocalipse 1:6 e 5:9-10) em suas cidades, e continuar o ministério de Jesus desfazendo (destruindo) as obras do diabo (I João 3:8; Lucas 10:17-21, assentada nas regiões celestiais com Cristo (Efésios 2:6 e 1:3). É deste lugar que a igreja, enquanto na terra, exerce a sua autoridade apostólica delegada por Jesus, para pregar as boas novas (evangelizar como profeta), restaurar os contritos de coração, proclamar liberdade aos cativos e abertura de prisão aos presos (Isaías 61:1); profetizar o tempo do Senhor, o tempo oportunidade, profetizar o JUÍZO de Deus e profetizar a consolação e a alegria do Senhor sobre o seu povo (Isaias 61:2,3); e profetizar (para trazer à experiência - Ezequiel 37), RENOVAÇÃO da vida, a ordem e a prosperidade das cidades arruinadas (Isaias 61:3 e 62).

     É como igreja assentada nas regiões celestes com Cristo, como legítimos profetas do Senhor para este tempo (Atos 2:17-21), exercendo devidamente a sua autoridade apostólica, pregando o evangelho do Reino e demonstrando a presença e autoridade do Nome de Jesus Cristo que a igreja, através das congregações locais, corresponde à sua identidade com Jesus Cristo e exerce a sua autoridade apostólica demonstrando Jesus Cristo e manifestando a sua presença e autoridade, na medida que preserva e manifesta a sua NATUREZA e IDENTIDADE PROFÉTICA.(veja o que é para a Igreja continuar fazendo até a volta de Jesus: Mateus 10:1-8; Lucas 9:1-6 e 10:1-21; Mateus 9:35 a 10:1; Mateus 4:23-24; livro de Atos dos Apóstolos; I Coríntios 2:4-5 e 4:20; I Tessalonicenses 1:5; Romanos 15:18-19; II Coríntios 12:12; Hebreus 2:3-4; Marcos 16:14-20; João 14:12-14.

     E isto Deus está restaurando neste tempo (Atos 3:19-21), e por isso, mais do que outra, a nossa geração verá será instrumento do cumprimento de Atos 2:17-21 e 15:13-18). Aleluia! Prepare-se. Abra-se para o que Deus está fazendo - veja Isaias 43:18-22; não se deixe enganar nem pela imitação, nem pela incredulidade e/ou cegueira espiritual.

     O propósito de Jesus Cristo é que a sua Igreja na terra seja um Corpo de Profetas em constante atuação, demonstrá-Lo, proclamá-Lo e manifestar a Sua completa autoridade no céu e na terra (veja Mateus 28:18; Efésios 1:17-23; I Coríntios 14:1-6,24.25).

     Quando o crente e a igreja apagam, extinguem o Espírito Santo, (I Tessalonissenses 5:19-20), apagam o “Pentecostes”, que é para este tempo, de Atos 2 até à volta de Jesus, quando os “filhos e as filhas” (as crianças) profetizam, os jovens têm visões (profetizam), os idosos têm sonhos (profetizam); e os meus servos e as minhas servas (a Igreja) PROFETIZARÃO, diz o Senhor (Atos 2:17-18).

     Junto a estes três componentes da “restauração de todas as coisas”, virá e já começou:

IV) A RESTAURAÇÃO DO TABERNÁCULO DE DAVI

     Este é outro componente extraordinário desta restauração, e se refere à ADORAÇÃO que corresponde ao Tabernáculo de Davi (I Crônicas 16 e de 23 a 26; também o capítulo 15). Discernimento, que iniciou a partir de Atos 15:13-18, e que o Espírito Santo começou a trazer a Igreja, nos últimos vinte anos, e que está sendo ampliados só recentemente.

     “...Depois que eles se calaram, tomou Tiago a palavra, e disse: irmãos, ouvi-me. Simão relatou como primeiramente Deus visitou os gentios, para tomar dentre eles um povo para o Seu Nome. E com isto concordam as palavras dos profetas como está escrito: 'Depois disto voltarei e reedificarei o Tabernáculo de Da vi. que está caído. Levantá-lo-ei das suas ruínas e tornarei a edificá-lo, para que o restante dos homens busque ao Senhor; sim, todos os gentios, sobre os quais o Meu Nome é invocado, diz o Senhor que faz todas essas coisas, que são conhecidas desde toda eternidade”. Atos 15:13-18

     A restauração da ADORAÇÃO a Deus nestes termos (na medida que for ocorrendo), haverá de ser o principal instrumento que o Espírito Santo usará para a restauração de todas as coisas identificadas nesta descrição, e outras que porventura ainda não foram discernidas, junto a um avivamento superior em qualidade, profundidade e extensão, a todos os anteriores, e junto com uma COLHEITA de almas sem paralelo. Cidades inteiras poderão ser salvas nesse tempo.

     Parece que a Igreja sintonizada no mover de Deus ao redor do mundo está apenas no início deste discernimento. Um estudo do texto acima, e dos textos, especialmente em I Crônicas, a respeito da adoração restaurada pelo rei e profeta Davi, com os olhos espirituais abertos, traz muita luz para o que Deus já está fazendo e continuará a fazer neste tempo de restauração de tudo. No verso 17, Ele diz que esta reedificação é “para que o restante dos homens busquem ao Senhor, sim, todos os gentios, sobre os quais o Meu Nome é invocado...”.

     Com a restauração da adoração que corresponde ao tabernáculo de Davi, o Espírito Santo estará trazendo à experiência do povo de Deus (à Igreja), em plenitude e amplitude nunca vistas, como parte do adorno da NOIVA para as Bodas, a adoração nos termos da revelação de Jesus em João 4:23-24. (Veja em Apocalipse 19:1-9; a exuberância da adoração que os anjos irão oferecer a Deus na festa das Bodas do Cordeiro).

     No tabernáculo de Davi, a adoração não começa com a adoração, mas com OS ADORADORES; é a eles que o Pai procura. Trata-se da adoração que nasce de adoradores e não de reuniões: é adoração em espírito e em verdade; adoração que decorre do crescimento no conhecimento de Deus e no amor a Jesus.

     Através desta oferta de adoração correspondente ao tabernáculo de Davi, e da experiência contínua dos salvos crescendo no conhecimento e na experiência de amar a Deus, haverá intervenções espetaculares de Deus em cidades e nações, demolindo controles satânicos e fortalezas de todos, removendo e destruindo obras do diabo, desbaratando exércitos demoníaco-humanos articulados por satanás nas regiões celestes, através de seus principados e potestades, poderes deste mundo tenebroso e forças espirituais da maldade (Efésios 6:11-12), então, haverá salvação e colheita de milhares de almas nesta última hora. Creia e participe!

V) A RESTAURAÇÃO DOS CINCO MINISTÉRIOS DA IGREJA

     Descritos e manifestos no Novo Testamento, conforme está explícito na Carta aos Efésios 4:11 (l a 16) e I Coríntios 12:28,30, a saber: “E Ele mesmo (Jesus) deu uns para APÓSTOLOS e outros para PROFETAS, e outros para EVANGELISTAS, e outros para PASTORES e MESTRES”.

     “A uns pôs Deus na igreja primeiramente APÓSTOLOS, em segundo lugar PROFETAS, em terceiro lugar MESTRES, depois OPERADORES DE MILAGRES, depois DONS DE CURAR, SOCORROS, GOVERNOS, VARIEDADES DE LÍNGUAS”.

Em seguida o apóstolo (Paulo) faz as perguntas:

     “São todos apóstolos? São todos profetas? São todos mestres? São todos operadores de milagres? Têm todos dons de cura? Falam todos em outras línguas? Interpretam-nas todos?”

     Qual é a resposta óbvia? NÃO. Pois Ele deu uns para, outros para, e outros para...

     Até serem deturpados, todos estes ministérios faziam parte normal da igreja nos primeiros séculos; mas como processo da “romanização” da igreja e suas conseqüências, eles foram perdendo a sua identidade durante séculos, até que no século 16 aprouve ao Senhor estender a Sua Mão e a igreja voltou a RENASCER através do mover do Espírito Santo chamado de “REFORMA PROTESTANTE”. Nesta experiência da graça de Deus, de renascimentos individuais e de retorno às Escrituras, estes CINCO ministérios dados por Jesus à Sua Igreja começaram a renascer, ou seja, a serem redescobertos, reencontrados. (Veja também Lucas 11:49 e Provérbios 29:18).

     Uma vez que os nossos olhos são abertos para este fato, uma leitura espontânea da história da igreja mostra que estes CINCO MINISTÉRIOS estavam presentes nos ministérios de todos os reformadores (movimentos do Espírito de retorno às Escrituras), bem como de líderes estratégicos de moveres de expansão do Reino, (os avivamentos e expansão missionária).

     Desde a Reforma do século 16 (a partir de onde nasceram às denominações após o renascimento da igreja), o uso dos termos PASTOR e/ou BISPO para falar de líderes da igreja nas denominações que iam surgindo não se referia aos CINCO ministérios de Efésios e de I Coríntios, mas são títulos que descrevem mais funções administrativas; enquanto os CINCO ministérios tratam de funções espirituais. No início, no processo da Reforma, especialmente nos séculos 16 e 17, não foi tão fácil definir, nas igrejas evangélicas, os títulos dos seus líderes.

     Contudo, a função de pastor, não necessariamente o dom, começa a ser assimilado logo após, ou junto, à Reforma, (que não ocorreu da noite para o dia). Mas o “dom” ou ministério de Evangelista ninguém ousava reconhecer até o século 19. CHARLES FINNEY, depois de 1820, que foi um evangelista extraordinário, usou esse título para si, e pagou alto preço: foi perseguido pela liderança principal da época. Mas no século 20 é um ministério reconhecido e amado por toda a Igreja.

     É a partir dos anos 60 (1960) que, em decorrência de um mover do Espírito que tocou a Igreja em todo o planeta, que o discernimento de que os ministérios concedidos por Jesus à Igreja, “tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos para cada um desempenhar o seu ministério para a edificação do Corpo de Cristo” (Ef. 4:12), são os que estão nos textos identificados acima.

     Por isso, desde então, estamos vivendo um outro momento estratégico de REFORMA, de retorno às Escrituras; e onde esta reforma tem chegado entre os que a têm enxergado, começa-se a discernir que os ministérios principais da Igreja são para equipar os santos, e são os “DOMATA (gr.)” de Efésios 4:7-14; daí que a dimensão do ministério pastoral passa a diferir em aplicação, do que tem sido na estrutura pós-reforma (século 16).

     Curioso, é que de fato, o único ministério correspondente aos cinco de Efésios 4, nos termos que estão reconhecidos na igreja antes dos anos de 1960, foi o de EVANGELISTA, a partir dos anos 30 (1930). Nos anos 40, Deus levantou BILLY GRAHAM, T. L. OSBORN e vários outros, nos anos 80, CARLOS ANACONDIA, é dos mais conhecidos dentre tantos que têm sido levantados (não são evangelistas-pastores de igrejas, mas evangelistas=evangelistas). Desde então, esse tem sido um ministério (dos 5) que tem tocado a igreja e gerado reformas e mudanças impactantes.

     O ministério de PASTOR, nos termos de Efésios 4, só recomeça a ser experimentado mesmo em torno dos anos 60 (1960), e ainda está sendo reaprendido. Desde então tem-se reconhecido que Jesus deu muitos pastores à Sua Igreja; tanto homens como mulheres são concedidos à Igreja. Em todas as congregações há muitos com este dom,

     O ministério de MESTRE, nos termos da Carta aos Efésios, tornou-se reconhecido nos anos 70. Até aí, tudo bem. Não causou maiores confrontos nas denominações, exceto em algumas que queriam “ordenar” ao ministério de Educação Religiosa.

     Mas nos anos 80 (1980) começam as manifestações em todo o mundo, da restauração do ministério de PROFETAS, e nos anos 90 (1990), o entendimento de que o Espírito Santo, que é o Executivo de Deus como fruto da restauração do ministério profético à igreja, estava operando para a RESTAURAÇÃO do ministério APOSTÓLICO, e que a restauração e o e entendimento espiritual do significado e dimensões desses CINCO ministérios faz parte da RESTAURAÇÃO DE TODAS AS COISAS proclamadas pelo apóstolo Pedro em Atos 3:20-21.

     Portanto, estamos em meio a uma REFORMA. E como sempre o é com todas as reformas da parte de Deus, é uma reforma extraordinária. Como aconteceu em todos os períodos de REFORMAS desde o Antigo Testamento, tempos de reformas são sempre de crises no meio da Igreja. São tempos de reações, conflitos, perseguições, acusações de toda parte, até que a reforma se consuma. Ainda assim, há alguns que nunca avançarão. Alguns por medo, (cegueira), outros por ignorância, legalismo, estupidez; outros por orgulho, soberba; outros ainda, porque vivem dos sistemas que os mantêm. Todos ficam para trás. Deus os substitui. Morrem.

     Outra situação desagradável que ocorre em “tempos de reformar” é uma atuação demoníaca intensa, produzindo falsificação e imitação. Por isso, as orientações de Jesus para identificar falsos profetas e “anticristos” (falsificadores, imitadores de Cristo), devem ser seguidas com prudência (por exemplo, Mateus 7:15-23; Tiago 4:4-6; Gálatas 5:22-23 e outros tantos).

     Um dos dons mais necessários à igreja em “tempos de reforma”, e à medida que o retorno do Senhor se aproxima, é o DOM DE DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS.

     À medida que a volta de Jesus for se aproximando mais e mais, as coisas ficarão cada vez mais claras para as OVELHAS de Jesus. Estas ouvem a Sua voz... Têm ouvidos para ouvir o que o Espírito diz às Igrejas.

     Milhares de líderes no Corpo de Cristo, de todas as denominações, ministros fiéis e bem equipados bíblica e teologicamente, entendem que nestes dias Deus está restaurando estes ministérios, e que o MINISTÉRIO APOSTÓLICO é o último a ser restaurado, porque é a partir dele que os demais serão devidamente orientados, e neste contexto, a “RESTAURAÇÃO DE TUDO” que concerne à preparação da NOIVA se concretizará. É o último a ser restaurado porque é o servo dos demais.

     A partir do ministério apostólico devido, o profético será orientado e devidamente julgado, e os demais ministérios corresponderão ao propósito do Senhor, e não às estruturas religiosas evangélicas; nem a caprichos individuais.

     Também, a expectativa é que à medida que o ministério apostólico for sendo devidamente restaurado, a Igreja se aproximará cada vez mais da Igreja apostólica, em natureza, expressão e ministérios como descritos no livro de Atos dos Apóstolos. A igreja avançará rompendo os bloqueios para a identidade do Corpo de Cristo nas congregações e nas cidades, que tem sido um “sonho” da Igreja nos últimos dois séculos. Dinamizará a experiência de adoração correspondente ao “Tabernáculo de Davi”, junto à restauração do exercício da autoridade conferida por Jesus a Sua Igreja, com ampla manifestação de SINAIS e PRODÍGIOS, conforme o testemunho do livro de Atos. A Igreja avançará glorificando o Nome de Jesus e desmascarando os falsos sinais e prodígios que se multiplicarão nos últimos dias. Também, haverá amplo crescimento no entendimento da guerra espiritual estratégica, com discernimentos espirituais específicos para desfazer (destruir) as obras do diabo (I João 3:8), numa mobilização, com sabedoria sem precedentes, para evangelização e salvação de pessoas nesta última hora, de tal forma que cidades inteiras se voltarão para o Senhor.

     OBS.: Deus falou pela boca de todos os Seus santos profetas - observe quantas vezes os “profetas” são mencionados no parágrafo completo de Atos 3:18-26. No verso 24 diz que desde Samuel, e todos quantos falaram depois dele, também anunciaram estes dias - dias que iniciaram com os acontecimentos em torno da Pessoa de Jesus - Sua vinda para salvar os pecadores, morte, ressurreição, ascensão, inauguração (manifestação) da Sua Igreja (Atos 2), e que serão consumados com o Seu retorno.

     Milhares e milhares de servos do Senhor sintonizados, têm discernido que esta é a geração (a nossa) na qual se cumprirão às profecias da volta de Jesus. E esse não é um discernimento decorrente de fantasias escatológicas. Já temos dois mil anos de “lições” para não cairmos nessas armadilhas e nas armadilhas das chamadas “escolas escatológicas”.

FORTALEZAS DA CULTURA BRASILEIRA IMPREGNADAS NA IGREJA

II Coríntios 10:3-5 (Palavra do Pastor Silas Quirino)

     Em quarenta anos de vida cristã consciente, e destes, trinta anos estudando, acompanhando e participando do processo histórico da Igreja (a minha família) no Brasil, tenho acompanhado e convivido com um comportamento visível na igreja em todas as regiões por onde se anda que é tão acentuado e constante que corresponde as FORTALEZAS, a saber, raciocínios, argumentos, comportamentos... (II Cor. 10:3-5), que são características da herança e cultura brasileira, e que são notórias, especialmente na Igreja, nos evangélicos, em termos gerais.

     1º) SUPERFICIALIDADE - É impressionante como isso é marcante entre nós. A liderança da Igreja pode até ter títulos acadêmicos, mas a superficialidade é marcante. A fé, o compromisso dos crentes como um todo, geralmente é assim. Muito do engrandecimento dos crentes, do que falam da Igreja do Brasil fora daqui, não é exatamente a realidade. Temos sim, muito barulho, mas pouco conteúdo e pouco compromisso verdadeiro. Não sei exatamente como é isso em outros países latinos, mas aqui é assim.

     2º) IMITAÇÃO - É outra característica dos crentes, da Igreja no Brasil, que por certo decorre da anterior. Estamos sempre pagando “altos preços” por isso. Copiam-se as coisas sem que elas façam parte da pessoa. Repetem-se as coisas que se vê e ouvem sem entendê-las devidamente e sem se envolver. É impressionante. Junto com a imitação é muito acentuada a FANTASIA. Basta olhar para o carnaval. Na Igreja, como um todo, vamos fazendo coisas que aparentam ser verdadeiras, mas muito, muito mesmo do que se faz, não faz parte das pessoas, não pertence a elas de fato, é imitação.

     3º) A IRRESPONSABILIDADE Brasileiro, de modo geral leva tudo na brincadeira. Faz piada de tudo. Demora para levar as coisas a sério. Uma das expressões populares entre nós é “FALA SÉRIO!”, que revela a de seriedade própria da nossa herança.

     4º) Junto a isso, vem a DESONESTIDADE - amplamente manifestada nas palavras, nos tratos, nos negócios, nos compromissos, nos relacionamentos. E o grande número de crentes que não pagam devidamente os seus compromissos, que apanham emprestado e não devolvem, etc, que dão cheque sem fundo? É impressionante e vergonhoso como isso se manifesta nos crentes, na igreja evangélica.

     5º) O ORGULHO é a outra característica marcante. Impressionante é que mesmo se o orgulhe não fosse tão maligno em si mesmo, não haveria a menor razão para isso na igreja brasileira. Na liderança é ainda mais acentuado. Há uma mania de grandeza e de comparação de ser maior, melhor (etc.). Por certo, tais comportamentos revelam também o alto grau de COMPLEXOS que acompanha. Deus resiste aos soberbos, diz a Palavra (Tg. 4:3-10).

     Creio que estas são algumas das razões por que a RESTAURAÇÃO... demora a entrar na Igreja aqui, sofre tanta resistência. Os irmãos imaginam as afetações e estragos que estas coisas produzem no processo e manifestação do apostólico-profético na Igreja?

     Pense sobre sua vida, se algumas dessas fortalezas fazem parte da sua vida ou família, comece a quebrá-la a partir de agora. Amém!

 

Versículo do Dia

Pv 4:19

"O caminho dos ímpios é como a escuridão; nem sabem em que tropeçam. "



by Estudo Bíblico

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