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64 - O SERMÃO DO MONTE - parte 14

“Ouviste que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério.

Eu, porém, vos digo: Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já cometeu adultério com ela.

Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti. É melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno.

E se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti. É melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno.” - Mateus 5:27-30

INTRODUÇÃO

     A lei sempre salientará a importância do papel do coração nessas questões; mas aquela gente, com as suas noções mecânicas sobre a adoração a Deus, com o seu conceito puramente mecânico sobre a obediência, havia esquecido totalmente esse fator.

     Aqueles que imaginam poder adorar a Deus e adquirir a salvação em termos de suas próprias ações, sempre se fazem culpados desses erros. Eis a razão pela qual nunca, realmente, entendem o caminho de Cristo para a salvação. Nunca percebem que, em última análise, essa é uma questão do coração.

     Novamente encontramos, nesta passagem bíblica, o ensino do Senhor Jesus no que toca à natureza do pecado. O propósito inteiro da lei, conforme Paulo nos relembra, era o de mostrar a extrema pecaminosidade do pecado. Entretanto, compreendendo-a erroneamente dessa maneira, os fariseus a tinham virtualmente anulado.

O Evangelho da Santidade

     A essência do evangelho consiste em se começar a pregar pelas exigências da lei; e é por causa do fato que a lei não vem sendo devidamente pregada que há tanto evangelho superficial. 

     Examine a questão por meio do próprio ministério do Senhor Jesus, e você não poderá evitar a impressão de que, vez por outra, longe de pressionar as pessoas para que o seguissem e se decidissem por Ele, Ele colocou grandes obstáculos no caminho delas. É como se Jesus tivesse dito: “Você percebe o que está fazendo? Você já calculou o preço? Você percebe onde isso poderá levá-lo? Você sabe o que significa negar-se a si mesmo, tomar a cruz diariamente e seguir-Me?”

     O evangelho autêntico, assevero eu, em virtude da doutrina do pecado sempre deve ter início pela pregação das exigências da lei. Isso significa que devemos explicar que a humanidade está diante da santidade de Deus, que os homens são confrontados pelos seus requisitos e também pelas horrendas consequências do pecado de Adão e Eva – onde iniciou o pecado.

     Assim sendo, a pregação do evangelho a uma pessoa deve começar pela santidade de Deus, pela pecaminosidade do homem, pelas exigências da lei, pela punição determinada pela lei e, finalmente, pelas eternas consequências do mal e da prática da injustiça. Somente o indivíduo que foi levado a perceber a sua própria culpa, dessa maneira, pode recorrer a Cristo, para dEle receber livramento e redenção.

     Qualquer crença no Senhor Jesus Cristo que não esteja alicerçada sobre esses fatores, não é uma crença autêntica em Cristo. Uma pessoa pode ter um tipo de crença psicológica – emocional, até mesmo no Senhor Jesus Cristo; mas a crença legítima enxerga nEle o libertador que nos livra da maldição da lei. O verdadeiro evangelho começa por aí, e, como é óbvio, envolve, primeiramente, a chamada ao arrependimento, “... o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo” (Atos 20:21).

     Não somente o evangelho tem sido superficial, mas também o nosso conceito de santidade não tem tido suficiente profundidade. Com extrema frequência têm surgido pessoas presumidas e volúveis, satisfeitas consigo mesmas por não serem culpadas de determinados pecados – o adultério, por exemplo – e que, por isso mesmo, pensam que tudo vai bem com elas. Mas elas jamais têm examinado seus próprios corações. Ora, a autossatisfação, a presunção e a inconstância são a própria ideia que se tem da doutrina neotestamentária da santidade. Mas, neste trecho bíblico aprendemos que a santidade é uma questão do estado do coração, e não meramente uma questão de conduta externa.

Nota: O que conta, portanto, não são apenas os feitos de uma pessoa, mas os seus desejos; não somente não devemos cometer, mas nem ao menos devemos cobiçar. Lembra de Caim? (Gêneses 4:5-8)

     A santidade impele-nos a uma vigilância e a um autoexame constantes. Declarou o apóstolo Paulo, aos crentes de Corinto: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos” (II Coríntios 13:5). Que cada um de nós sonde o seu próprio coração e descubra se ali ocultam-se alguma maldade.

     A primeira coisa que o nosso Senhor enfatizou é aquilo a que poderíamos dar o nome de a profundeza ou de o poder do pecado. “Não adulterarás”. O senhor não disse: “Enquanto você não tiver cometido o ato de adultério, tudo lhe irá bem”; pelo contrário, Ele declarou: “Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela”. O pecado não envolve apenas uma questão de atos e feitos; antes, é algo que está no interior do coração, que provoca aquelas más ações. (Mateus 15:19,20)

OBS.: Os pecados nada mais são senão os sintomas de uma enfermidade chamada pecado-iniquidade, e o que importa não são esses sintomas, mas a própria enfermidade, por quanto a enfermidade, e não os sintomas, é que mata.

     Essa é a verdade que nosso Senhor procurou destacar aqui. O fato que você nunca cometeu o ato de adultério não indica que você não tenha qualquer culpa. Pois, que dizer sobre o seu coração? Estaria ali instalada alguma enfermidade espiritual? Ora, o ensino de Jesus diz que o que importa é essa força pervertida que se acha na natureza humana, em resultado do pecado e da queda.

     Desejo, entretanto, dizer uma palavra acerca da sutileza do pecado. O pecado é aquela coisa terrível que de tal maneira nos ilude e engana que nos deixa perfeitamente felizes e contentes enquanto ainda não cometemos o ato. Talvez alguém diga: “Sim, tenho sofrido tentações, mas, graças a Deus, nunca caí.” Essa observação é correta até determinado ponto, isto é, enquanto eu não estiver exageradamente satisfeito com a mesma.

     Porquanto, se estou meramente satisfeito com o fato que ainda não cometi certo erro, então é que estou grandemente contaminado. A verdade é que eu deveria prosseguir no alto exame e indagar: “Mas, por que eu quis fazer isto ou aquilo?”

     É nesse ponto que se manifesta a sutileza do pecado. O pecado afeta a constituição inteira de uma pessoa. Não consiste apenas em alguma coisa existente na porção animal de sua natureza; mas faz parte de sua mente e de suas atitudes corrompendo em todas as suas manifestações.

     Finalmente, o pecado é algo destrutivo. “Se o teu olho direito te faz tropeçar arranca-o e lança-o de ti”. Por qual motivo? “Pois te convém que se perca um dos teus membros, não seja todo o teu corpo lançado no inferno” (Mateus 5:29). O pecado destrói o ser humano. O pecado introduziu a morte na vida do homem, introduziu a morte neste mundo. O pecado sempre leva à morte, e, a final de contas, ao inferno, ao sofrimento e à punição.

     Se não nos sentirmos impuros neste momento, que Deus tenha misericórdia de nós. Se for concebível ficarmos satisfeitos com a nossa própria vida, por jamais termos cometido algum ato de adultério ou de homicídio, ou qualquer desses outros pecados, então certifico que não conhecemos a nós mesmos nem a negridão e imundícias de nossos próprios corações.

A mortificação do pecado - concupiscências

     A importância de tratarmos o pecado de forma radical, desvencilhando-nos dele definitivamente. Assim, colocou deliberadamente a questão nesses termos. Jesus referiu-se a certos membros preciosos do corpo humano, como olhos e mãos, e destacou o olho direito e a mão direita. Por quê? Naqueles tempos, as pessoas eram da opinião que o olho direito e a mão direita eram mais importantes do que o olho esquerdo e a mão esquerda.

     “Se os membros mais preciosos que você possui, de qualquer maneira chegarem a ser causas de pecado, livre-se deles.” O pecado requer medidas drásticas como essas, em nossas vidas. 

     Jesus diz, que por mais valiosa que seja uma coisa para uma pessoa, se tal coisa chegar a servir-lhe de armadilha, levando-a a tropeçar, então essa pessoa terá de desfazer-se de tal coisa. Dessa maneira, pois, Ele enfatizou a importância da santidade, como também o terrível perigo com que nos defrontamos, como consequência do pecado.

     Nosso Senhor indicou princípios que devemos observar que são:

     PRIMEIRO PRINCÍPIO - o evidente é, que devemos perceber a natureza do pecado, como também as suas consequências. 

     Embora uma pessoa não esteja praticando nenhum pecado no momento, ainda assim continua sendo um pecador. A natureza humana em si é pecaminosa. (Salmo 51: 5) Precisamos clarear as nossas ideias acerca do pecado, em distinção aos atos pecaminosos. Precisamos ver que o pecado é algo que existe à parte dos atos do pecado, e que esses últimos são produzidos por aqueles.

     Por qual motivo Jesus se dirigia diretamente à cruz e a morte? Só há uma resposta possível para essas indagações. O pecado foi a causa de tudo; e o pecado é algo que só pode ser solucionado conforme foi solucionado por Cristo, não havendo alternativa. Quero dizer, com toda a reverência, que o pecado criou um problema até no próprio céu. Trata-se de problema muito profundo e devemos começar a perceber essa realidade. 

     O pecado em mim e em você, é algo que levou o filho de Deus a suar gotas de sangue no jardim do Getsêmani. Obrigou-o a suportar toda a agonia e todo o sofrimento a que Ele foi sujeito; e, finalmente, foi a causa de sua morte na cruz.

OBS.: Você e eu possuímos uma natureza tão maligna que tudo isso se fez necessário. Tão grave assim é a poluição do pecado que em nós existe. Este pecado em nós foi gerado na iniquidade do próprio satanás.

     SEGUNDO PRINCÍPIO - é preciso notarmos a importância da alma e do seu destino. “...pois te convém que se perca um dos teus membros e não vá todo o teu corpo para o inferno”. (Mateus 5:30b) Cumpre-nos observar que o Senhor Jesus proferiu essas palavras por duas vezes, a fim de torná-las mais enfáticas. A alma, disse Ele, é tão importante que se o olho direito de alguém estiver sendo a causa de sua queda no pecado, então deveria ser arrancado e lançado fora. 

     Jesus exprimiu o ponto de maneira ainda mais incisiva, de certa feita, quando declarou: “Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai e mãe e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo” (Lucas 14:26). Isso quer dizer que não importa quem ou o que se tenha interposto entre nós e o Senhor, caso seja prejudicial às nossas almas, então deveria ser abominado e eliminado.

     Mas o Senhor insiste que é melhor ficarmos aleijados pelo resto da vida do que perdermos tudo na vida futura. Ponha em primeiro plano a sua alma e o seu destino eterno, antes de qualquer outra consideração. Isso pode significar que você não virá a ser promovido em seu emprego, ou que você não obterá tanto sucesso como outras pessoas obtêm. Entretanto, “...que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?...” (Mateus 16:26).

     TERCEIRO PRINCÍPIO - é que devemos odiar o pecado, fazendo tudo quanto estiver ao nosso alcance para que o pecado seja destruído dentro de nós. Você deve lembrar como o salmista colocou a questão: “Vós, que amais o Senhor, detestai o mal...” (Salmo 97:10)

     QUARTO PRINCÍPIO - é que devemos compreender que o ideal, no tocante a essa questão, é termos um coração limpo e puro, um coração isento de concupiscências. A ideia não é simplesmente que não mais estejamos praticando certos atos, e, sim, que os nossos corações sejam puros. Assim sendo, acabamos voltando às bem-aventuranças: “Bem-aventurados os limpos de coração porque verão a Deus” (Mateus 5:8). Nosso padrão de conduta sempre deve ser positivo. Jamais deveríamos pensar na santidade em termos de não serem praticadas certas coisas. Qualquer tipo de santidade que não termine meramente aí, que nos diga para não fazermos determinadas coisas em certos períodos da vida, será sempre uma santidade negativa.

     Uma pessoa pode parecer perfeitamente respeitada, sem que ninguém perscrute o que se passa no âmbito de sua imaginação. Mas Deus vê tudo, e, aos olhos de Deus, o que ali ocorre é horrendo, feio, imundo e sórdido. Pecado no coração.

     QUINTO PRINCÍPIO - é que devemos considerar a importância da mortificação do pecado. “E se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti”. 

     Qual é o verdadeiro ponto de vista no tocante a mortificação? Isso pode ser visto em vários trechos do novo testamento. Tomemos, por exemplo, o trecho de Romanos 8:13, onde Paulo diz: “Porque se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se pelo Espírito mortificardes os feitos do corpo, certamente vivereis”. E, em I Coríntios 9:27, ele exprime a questão nestes termos: “Mas esmurro o meu corpo, e o reduzo à escravidão, para que tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser reprovado”. 

     Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena...” (Colossenses 3:5) Esse é o ensino apostólico. Mortifiquemos, por meio do Espírito Santo, os feitos do corpo. Que o corpo seja mantido em sujeição. E nosso Senhor diz: “E se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti...” Esse é o mesmo princípio que reaparece por toda parte nas escrituras.

Três indicações primárias básicas

     PRIMEIRA - Nunca devemos nutrir a carne, com as suas concupiscências. Diz o apóstolo Paulo: “...e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências”. Em cada um de nós existe uma chama; jamais deveríamos aproximar dela algum combustível, porque, se assim fizermos, e romperá um incêndio e isso provocará graves amarras na vida. Não devemos alimentar essa chama – concupiscências, o que, quando interpretado significa que, entre outras coisas, nunca devemos ler, ver, falar, qualquer coisa que saibamos ser prejudicial.

     Precisamos descer até esses detalhes. Geralmente essas coisas são fontes de tentação, e quando a elas dedicamos tempo e atenção, estamos provendo um meio para a satisfação da carne, estamos acrescentando combustível à chama, estamos alimentando aquelas coisas que sabemos serem erradas. Não devemos tolerar coisas assim.

     Diz a palavra de Deus: “Abstende-vos de toda espécie de mal” (I Tessalonicenses 5:22), o que significa que devemos evitar toda sorte de perversão. Não importa a forma assumida pelo mal. Qualquer coisa que eu perceba ser contrária, qualquer coisa que desperte, que perturbe ou que abale a minha vida no altar sem importar do que se trata, precisa ser repelida.

     Preciso reduzir meu corpo à escravidão, preciso “mortificar meus membros”. É isso que está sendo dirigido em relação a mortificação da carne; e, quanto a isso, cumpre-nos ser estritamente honestos conosco.

     SEGUNDA - Precisamos restringir deliberadamente a carne, reagindo radicalmente a cada sugestão e insinuação que pretenda levar-nos na direção do mal. Em outras palavras devemosvigiar e orar”. Todos nós deveríamos nos preocupar por fazer aquilo que foi recomendado pelo apóstolo Paulo: “...reduzo o meu corpo à escravidão”. Se Paulo sentia necessidade de por em prática esse preceito quanto mais nós.

     TERCEIRA - Precisamos perceber, uma vez mais, o preço imenso que teve de ser pago para que fôssemos libertados do pecado. Se o Seu amor e os Seus sofrimentos – morte e ressurreição significam alguma coisa para nós, declaramos que esse amor “requer a minha alma, a minha vida, o meu tudo”.

CONCLUSÃO

     Finalmente, essas considerações devem ter-nos levado a ver a absoluta necessidade que temos do Espírito Santo. Você e eu precisamos pôr essas recomendações em execução. Verdade, mas também precisamos do poder e da ajuda que somente o Espírito Santo nos pode dar. Paulo exprime esse ponto mediante estas palavras: “...se pelo Espírito mortificardes os efeitos do corpo, certamente vivereis”. O poder do Santo Espírito de Deus lhe será dado. E, se você é discípulo autêntico de Jesus já o recebeu. O Espírito de Deus está em você, operando em você “...tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Filipenses 2:13).

     Se tentarmos mortificar a carne contando apenas com nossas próprias forças, produziremos um falso tipo de santificação, que nem poderia ser denominado santificação. Por outra parte, se percebemos o poder e a verdade da natureza do pecado, se percebermos o terrível domínio que o pecado exerce sobre o ser humano, bem como os seus efeitos poluentes, então notaremos que somos totalmente falidos de espírito, totalmente pobres, e haveremos de pleitear constantemente aquele poder que somente o Espírito de Deus nos pode propiciar.

     Dotados, portanto, desse poder, seremos capazes de “arrancar o olho” e de “cortar a mão”, mortificando a carne e dessa forma dar solução ao problema. Entretanto, o Senhor continuará operando em nós, e avançaremos até que, finalmente, poderemos vê-Lo face a face, postos de pé diante dEle, no estado de quem é impecável, sem qualquer culpa, nem mancha e nem qualquer motivo de reprovação.

Restruturado e reformulado, para uso interno da

Igreja Evangélica Comunidade Encontros Com Jesus.

No amor em Cristo,

Pr. Dalton Ramos

 

Versículo do Dia

Pv 29:2

"Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme. "



by Estudo Bíblico

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