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63 - O SERMÃO DO MONTE - parte 13

Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e quem matar estará sujeito a julgamento. 

Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será sujeito a julgamento; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, estará sujeito a sinédrio. Mas quem disser: Tolo! Estará sujeito ao fogo do inferno. 

Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti,

Deixa diante do altar a tua oferta, e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão e; depois vem, e apresenta a tua oferta. Reconcilia-te depressa com o teu adversário (juízes de Israel), enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz ao oficial de justiça, e te recolham à prisão.

Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último centavo.” - Mateus 5:21-26

Introdução

     Tendo assim definido a Sua atitude para com a lei, e tendo anunciado que Ele viera para cumpri-la e tendo advertido Seus ouvintes que eles precisavam tomar consciência do que isso significava precisamente, nosso Senhor prosseguiu, conforme vemos aqui, a fim de oferecer-nos essas ilustrações práticas. Ele nos apresenta seis contrastes, cada um dos quais foi introduzido mediante a fórmula que diz: “Ouvistes que foi dito aos antigos... eu, porém, vos digo...” Passemos, pois, a considerar o primeiro desses exemplos.

     Os fariseus e os escribas sempre foram culpados de reduzir o sentido e até mesmo os requisitos da lei, e, quanto a isso, temos aqui uma perfeita ilustração. Jesus disse: “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento.”(v. 21) É de grande importância que ventilemos esse ponto da maneira correta. “Não matarás” é um dos Dez Mandamentos, e se os fariseus chegassem a ensinar sobre esse mandamento, não estariam, sem dúvida, ensinando a lei? Essas palavras estão no trecho de Números 35:30-31. 

     É que eles juntavam essas duas passagens, de tal modo que reduziam o sentido desse mandamento, “Não matarás”, como se o mesmo envolvesse apenas um caso de assassinato concreto. Adicionando imediatamente aquela segunda porção, à primeira, eles haviam debilitado toda essa injunção divina. O que eles faziam de errado é que reduziam e confinavam as sanções às quais essa proibição estava associada, a uma mera punição às mãos dos magistrados civis. “Quem matar estará sujeito a julgamento.” Nesse caso, “julgamento” indicava apenas o juízo baixado por algum tribunal local. 

     Eles meramente ensinavam: “Você não deve cometer homicídio, porque, se o fizer, correrá o risco de ser castigado por um magistrado civil.” Essa era a plena e completa interpretação daquele grande mandamento, que diz: “Não matarás.” Em outras palavras, os fariseus tinham despido esse mandamento do seu verdadeiro e grandioso conteúdo, reduzindo-o meramente a uma questão de homicídio literal. Outrossim, eles nunca mencionavam o juízo divino.

     Somente o julgamento em algum tribunal local parecia ter importância aos olhos deles. Tinham reduzido tudo a uma questão legal, a uma questão da mera letra da lei, como se esta apenas dissesse: “Se você matar, sofrerá determinadas consequências.” 

     Os fariseus e os escribas se sentiam perfeitamente tranquilos acerca da lei, no tocante a esse particular, conquanto não se tornassem culpados de homicídio real. Naturalmente, cometer homicídio era, para eles, um crime horrendo, pois se alguns deles chegassem a cometer tal crime, seriam intimados a comparecer diante de um tribunal, o qual o sentenciaria a um castigo equivalente ao crime. Porém, enquanto um deles não cometesse um homicídio literal, tudo lhe correria bem, e podia encarar com tranquilidade e controle pessoal a cerca do mandamento que determina, “não matarás”, como também podia pensar: “Tenho observado e cumprido a lei de modo perfeito”.

     Mas nosso Senhor como que recusou a isso: “Não e não. É justamente nesse ponto que vocês podem perceber que o conceito inteiro da justiça e da lei, consoante com o ensino desses escribas e fariseus, se tem transformado em total imitação da lei. Eles reduziram a lei de tal maneira, confinando-a dentro das limitações que eles mesmos criaram, que, na realidade, não dispomos mais da lei de Deus nessa interpretação.

     Tal interpretação não corresponde à verdadeira exposição que Deus tinha em mente, ao promulgar esse mandamento. De maneira simples e mui conveniente eles o reduziram em suas proporções, abrandando seus requisitos, e ficaram contentes diante do resultado. “E é desse modo que eles agora asseveram haver cumprido a lei de maneira perfeita” (nossa realidade evangélica atual também).

     Já vimos que encontramos aqui um daqueles princípios normativos que nos capacitam a compreender quão falsa é essa interpretação da lei, da qual os fariseus e os escribas se haviam tornado culpados. E procuramos salientar aqui que essa é uma tendência da qual, algumas vezes, também nós temos tornado culpados. É possível concebermos a lei de Deus conforme a encontramos nas Escrituras, mas, ao mesmo tempo, defini-la e interpretá-la de tal modo que a transformemos em algo que possamos observar com extrema facilidade, porque só a estamos obedecendo negativamente.

     E assim podemos chegar a persuadir-nos de que tudo está indo bem conosco. O apóstolo Paulo, conforme já tivemos ocasião de notar, em resultado desse exato processo de redução, antes de converter-se pensara que vinha cumprindo a lei perfeitamente. O jovem rico julgava que havia cumprido a lei, porquanto, de igual modo, assim fora instruído e cria nessa mesma falsa interpretação.

     E enquanto você e eu aceitarmos a letra da lei, mas nos esquecermos do espírito da lei (as palavras que eu vos disse são espírito e vida) João 6:63b, do seu conteúdo e de seu sentido, poderemos enganar-nos a nós mesmos, persuadindo-nos de que somos considerados perfeitamente justos aos olhos da lei. (João 16:2,3)

     Jesus exprimiu o Seu ponto de vista e a Sua exposição, de acordo com três claras divisões, que passamos a considerar. 

     A primeira declaração: é que o que importa não é meramente a letra da lei, mas o seu espírito. A lei diz: “Não matarás”; mas isso não significa apenas “Não cometerás homicídio” (vai mais fundo que isso, pois o homicídio fere a santidade de Deus – lembra-se do caso de Caim e Abel!). Interpretar essa exposição de maneira tão limitada é meramente definir a lei de tal modo que somos capacitados a imaginar que podemos escapar dela. No entanto, podemos ser culpados, da maneira mais grave possível, de termos desobedecido a esse mandamento. Nosso Senhor, pois, passou a esclarecer como isso pode ser. Esse mandamento, disse Jesus, inclui não somente o homicídio físico literal, mas também a ira sem motivo, guardada no coração, contra algum irmão. Assim, a verdadeira maneira de compreender esse mandamento que diz. “Não matarás”, é a seguinte: “Quem quer que se encolerize contra seu irmão, sem qualquer causa justa, corre o perigo de ficar sujeito a julgamento”. 

     Na antiga lei, transmitida por meio de Moisés, havia todo esse conteúdo espiritual. A tragédia do povo israelita é que eles perderam de vista esse conteúdo espiritual. Não devemos imaginar, portanto, que, como crentes que somos, estamos desvinculados da legislação mosaica. Não, mas a antiga lei determinava que não cultuássemos a ira sem motivo justo, em nossos corações contra algum irmão. Para nós, que somos crentes, tolerarmos a ira em nossos corações, de acordo com nosso Senhor Jesus Cristo, é tornar-nos culpado de algo que, à vista de Deus, equivale ao homicídio. Odiar, nutrir ressentimento, ter esse sentimento desagradável e maligno para com outra pessoa, sem qualquer motivo, é idêntico ao homicídio. (Levítico 19:17,18) 

     Mas isso não é tudo. Não somente não deveríamos deixar-nos arrastar por essa ira sem causa; mas também jamais nós deveríamos tornar culpados de expressões que manifestem desprezo. “ ...e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do Sinédrio” (Mateus 5:22). Ora, “Raca” significa “sujeito indigno”. Tal vocábulo era empregado para indicar desprezo por alguém; e dessa atitude, infelizmente, todos estamos cônscios, em nosso coração e espírito. Dirigir um insulto desses contra um irmão, chamando-o de “Raca”, ou “sujeito indigno”, conforme explica o Senhor, é algo terrível aos olhos de Deus. E você já limpou seu coração a cerca disso? Em relação aos filhos, pais, funcionários, patrões, educadores e etc.

     O desprezo ao máximo, que é um sentimento de zombaria ou escárnio, é a atitude que acaba levando uma pessoa a cometer homicídio. Talvez tenhamos vários motivos para não permitirmos que tal atitude determine expressando-se na forma de homicídio literal. Infelizmente, porém, por muitas e muitas vezes nós temos assassinado uns aos outros, em nossos corações e em nossas mentes, não é verdade?

OBS.: O assassínio não envolve somente a destruição da vida física de outra pessoa, mas também envolve a tentativa da destruição de sua alma e espírito, derrotando aquela outra pessoa de alguma maneira.

     A segunda declaração diz: Nossa atitude não deve ser negativa e, sim, positiva. Nosso Senhor coloca a questão com as palavras seguintes. Tendo enfatizado o aspecto negativo, Ele passa a considerar o lado positivo dizendo: “Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e então, voltando, faze a tua oferta”. (Mateus 5:23,24). Essa é uma das declarações das mais significativas e importantes. Não somente contém que abriguemos pensamentos homicidas e malignos em nossos corações, contra outras pessoas, mas também o mandamento que nos proíbe de matar realmente indica que deveríamos tomar passos positivos para nos reconciliarmos com nossos irmãos.

     O grande perigo é que estaquemos naquilo que é apenas negativo, e então sintamos que, enquanto não tivermos cometido homicídio literal, tudo estará correndo bem conosco. Porém, há um segundo estágio que facilmente esquecemos. E pensamos: “Muito bem, não devo cometer homicídio literal, e não devo dizer coisas insultuosas a meu próximo. Devo guardar os meus lábios, e, embora um pensamento mau me suba à mente, não devo expressá-lo sob a forma de palavras.” (Gênesis 4:6,7). Nesse ponto, tendemos por parar, e então pensar: “Enquanto eu não disser algum insulto, tudo irá bem comigo”.

     Nosso Senhor ensinou que não podemos nem mesmo parar aí, pois nem ao menos podemos abrigar pensamentos e sentimentos adversos no coração. Todavia, é por essa altura que muitos param. No momento em que esses horríveis e indignos pensamentos tendem por subir aos seus corações, transferem seus pensamentos para algo positivo e correto. Tal atitude esta certa, contanto que não estaquemos nesse ponto. 

     Devemos não somente reprimir esses pensamentos maldosos e indignos, ensina-nos Cristo; mas compre-nos fazer ainda mais do que isso. Estamos na obrigação de dar os passos necessários para remover a causa da dificuldade. Precisamos ter por meta um alvo positivo. Precisamos chegar ao estágio em que nada reste de errado, no nível do Espírito, do nosso Espírito e no espírito do nosso irmão.

     Nosso Senhor reforçou o ponto lembrando-nos, nos versículos 23 e 24, acerca de um perigo extremamente sutil que nos ameaça a vida espiritual, o terrível perigo de tentarmos fazer expiação por nossa falha, equilibrando o mal com o bem. Penso que todos sabemos do que se trata; todos precisamos declarar-nos culpados dessa manobra astuciosa. O perigo é o de fazermos certos sacrifícios cerimoniais na tentativa de encobrir alguma falta moral.

     Os fariseus eram muito hábeis nessa manobra. Frequentavam o templo com regularidade; eram sempre minuciosos quanto a essas questões de detalhes e pormenores da lei. Porém, o tempo todo julgavam e condenavam ao próximo com o desprezo que lhe votavam. Evitavam qualquer despertamento da própria consciência, pensando: “Afinal de contas, estou adorando a Deus; estou oferecendo minha oferta sobre o altar”. Posso afirmar que todos sabemos como funciona essa tendência de não enfrentarmos diretamente a convicção que o Espírito Santo produz em nossos corações.

     Se eu, na presença de Deus, enquanto procuro adorar ativamente ao Senhor, reconhecer que no meu coração oculta-se um pecado do qual ainda não tratei e nem confessei, então meu ato de adoração será vão. Não haverá nele valor nenhum. Se você estiver consciente de que está em inimizade com alguém, se você não está dirigindo a palavra a algum irmão, ou se você está tolerando pensamentos indignos contra alguém, servindo-lhe de obstáculo e empecilho, então a palavra de Deus assegura que qualquer tentativa de adoração que você fizer não terá qualquer valor. Tal tentativa de nada adiantará, pois o Senhor não ouvirá. Ou então consideremos aquilo que se lê em I João 3:20: “...pois, se o nosso coração nos acusar certamente Deus é maior do que o nosso coração, e conhece todas as coisas.”

Nota: Não há utilidade e nem propósito em orarmos ao Senhor quando sabemos que nossos próprios corações estão em erro contra algum irmão.      

     É impossível para Deus ter qualquer contato com o pecado e a iniquidade. Deus é de tal maneira santo que nem ao menos pode contemplar a iniquidade. De acordo com nosso Senhor, essa é questão de mais vital importância, sendo preferível que o indivíduo interrompa a sua oração, deixando Deus a esperar pela oferta, por isso dizer. Portanto, primeiramente cumpre-nos endireitar nosso caminho; não podemos estar bem com Deus enquanto estivermos cometendo injustiça contra nosso semelhante.

     “Eis que obedecer é melhor do que sacrificar”. Isso posto, deixe por aí mesma a sua oferta (adoração e culto), apresse-se e endireite as coisas com seu irmão; livre-se desse obstáculo. Somente depois disso você poderá voltar ao altar das ofertas. Então, e somente então, a sua adoração terá valor. “O obedecer é melhor do que sacrificar, e o atender melhor do que a gordura de carneiro. (I Samuel 15:9,19-23)

     Terceira declaração básico: Quão urgente é tudo isso, em face de nosso relacionamento com Deus. (Mateus 5:25,26). É como se Cristo tivesse dito: “Sim, a questão é tão urgente e desesperadora quanto isso. Você deve agir prontamente, sem demorar um único instante, pois essa é a sua situação”. Foi essa a maneira de Cristo dizer que nunca nos deveríamos esquecer de nossa relação com Deus. Não nos convém pensar apenas em termos dos nossos irmãos, a quem talvez tenhamos ofendido, ou com quem talvez tenham alguma questão pendente; mas também devemos pensar em nós mesmos com quem está na presença de Deus. 

     Deus é o juiz; Deus é o Justificador (Deus é contrário a tudo e a todos que desobedecem a sua lei). Ele está perenemente impondo-nos essas condições, e Ele brande o cetro de autoridade sobre o tribunal dos céus e da terra. Ele é o Juiz; e as suas leis têm caráter absoluto, podendo cobrar de nós até o último centavo da nossa divina moral.

     Portanto, que deveríamos fazer? Deveríamos entrar imediatamente em acordo com Deus. Cristo assevera aqui que estamos “a caminho”. Encontramo-nos neste mundo, encontramo-nos nesta vida, por assim dizer caminhando ao longo da estrada. Mas eis que, de repente, surge o nosso adversário, (Êxodo 4:24-26) o qual diz: “E quanto àquela sua dívida? Pois bem, Cristo ensina que se deve entrar em acordo imediatamente, sob pena do processo legal ter início, quando então nos será cobrado até o último centavo. Lembra do Vale de Jaboque? Quando Jacó lutou com o anjo, e Deus o mudou em uma nova pessoa, pois só a bênção servia para ele, quando encontrasse com o seu irmão. (Gênesis 32:22-31)

     Quer dizer sobre a relação entre você e seu irmão, e que dizer sobre aquelas coisas más que estão arraigadas em seu coração? Você não tem dado a devida atenção a elas. Corrija prontamente essa situação, recomenda Cristo. Faça a restituição. Talvez você não esteja mais vivendo neste mundo, amanhã de manhã, e então você estará indo para a eternidade nessa situação embaraçosa (sem conserto, descumprindo a lei). “Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás com ele a caminho...” (vivendo a vida)

     Temos consciência da condenação por ela (a lei) determinada? Que dizer acerca das coisas que temos pensado e dito, das coisas que temos praticado? Temos consciência de tudo isso – da total condenação envolvidas nessas atitudes? Deus nos está impondo exigências, através da sua lei. Agradeço ao Senhor pela exposição através da qual Ele nos ordena agir prontamente, enquanto ainda estamos a caminho. Graças a Deus, as suas condições são bastante fáceis. Essas condições estabelecem que eu devo enfrentar e reconhecer o meu pecado de modo total e absoluto, que eu ponha paradeiro a qualquer tentativa de autodefesa, de autojusticação, embora aquela outra pessoa talvez me tenha provocado ao revide.

     Tão somente precisamos confessar e admitir diante de Deus, sem qualquer reservas, os nossos erros. Se houver qualquer coisa que eu possa fazer na prática, quanto a esses erros, preciso providenciar sem tardar. Preciso humilhar-me, preciso tornar-me, por assim dizer, manso para fazer tudo quanto possível com o intuito de remover a barreira e os obstáculos.

     Somente então Deus me dirá que está tudo passado. É como se Deus viesse a dizer-me: “Endireitarei as coisas com você, e, de fato, perdoarei todos os pecados, embora você seja culpado como notável pecador diante de meus olhos.” E quanto à conta de sua dívida para Comigo, a qual você jamais poderia saldar, enviei Meu Filho ao mundo para que Ele a pagasse em seu lugar.

     Cristo cancelou inteiramente a sua dívida (Romanos 8:1,2). Ele não fez isso porque você é uma pessoa amável, gentil e boa. Ele não fez isso em seu benefício porque você fez algo por Mim. Foi enquanto você ainda era um inimigo, odioso em si mesmo, odiando a Mim e odiando o próximo (Romanos 5:8). Foi a despeito de toda essa imundícia e indignidade que enviei Meu Filho. E ele veio deliberadamente e deu-Se a si mesmo até a morte.

     “É por causa disso que eu perdoo a você de modo completo, gratuito e absoluto”. Graças podemos dar a Deus por essas condições tão favoráveis em prol de pecadores imundos e derrotados que somos. Essas são as condições impostas: arrependimento e confissão de pecado os mais absolutos, independente de tudo quanto pudermos fazer no que concerne à restituição; bem como o reconhecimento de que estamos perdoados exclusivamente em face da graça divina, manifesta claramente no auto-sacrifício amoroso e dedicado do Filho de Deus sobre a cruz do Calvário. 

     Chegue o discípulo a um acordo imediato com o seu adversário (lei – Deus). Não demore. Se porventura você se convencer de alguma falta neste instante, venha, deixe sobre o altar a sua oferta, corra e endireite as coisas. 

“Entra em acordo sem demora com o teu adversário (lei – Deus), enquanto estás com ele a caminho.” – na vida.

Restruturado e reformulado, para uso interno da

Igreja Evangélica Comunidade Encontros Com Jesus.

No amor em Cristo,

Pr. Dalton Ramos

 

Versículo do Dia

At 15:32

"Depois Judas e Silas, que também eram profetas, exortaram e confirmaram os irmãos com muitas palavras. "



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