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62 - O SERMÃO DO MONTE - parte 12

 Jesus Cristo e o cumprimento da lei. (Mateus 5: 17-20)

“Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim para destruí-los, mas para cumpri-los. Em verdade vos digo que até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido. Qualquer que violar um destes mais pequenos mandamentos, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus. Pois vos digo que se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.”

     Em nossos dias existe um avantajado número de pessoas que parece pensar que alguém pode crer plenamente no Senhor Jesus Cristo, ao mesmo tempo que, para todos os efeitos práticos, pode rejeitar o antigo testamento. Devemos insistir, com tudo que a questão da nossa atitude para com o Senhor Jesus Cristo é obedecê-lo em tudo.

     Se dissermos que não acreditamos no relato da criação, ou em Abraão como um personagem real; se não acreditamos que a lei foi dada por Deus através de Moisés, mas apenas pensamos que tudo não passou de uma astuta peça da legislação judaica, produzida por um homem que foi ótimo líder e que obviamente tinha certas excelentes ideias acerca da higiene e da saúde pública.

     Se dissermos isso, então de fato estaremos contradizendo frontalmente tudo quanto nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo, disse a respeito dEle mesmo, da lei e dos profetas.

     De conformidade com Cristo, tudo quanto há no antigo testamento é a palavra de Deus. E não somente isso, mas também tudo quanto há na lei e nos profetas haverá de permanecer em vigor até que tudo seja plenamente cumprido. Cada “jota” e cada “til” que ali existentem têm a sua significação própria.

     Tudo será plenamente cumprido até os menores detalhes que se possam imaginar. Essa é a lei de Deus, o seu decreto.

     Os profetas foram homens de Deus, e da parte dEle receberam as suas mensagens. Tudo quanto disseram é a pura verdade divina, e todas as suas afirmações serão cumpridas até os menores detalhes.

     Ora tudo quanto ali foi dito teve por alvo a pessoa de Jesus Cristo. Ele é o cumprimento de todas essas revelações, e somente quando plenamente cumpridas por Ele é que elas poderão chegar ao seu extremo lógico e cabal, em qualquer sentido.

     Há muitos, hoje em dia, que afirmam apreciar a leitura dos evangelhos, mas que não estão de modo algum interessados pelo antigo testamento, pensando que aqueles cinco livros de Moisés, com a sua mensagem, nada têm a ver com eles.

NOTA: Os dois testamentos sempre precisam ser considerados conjuntamente. É conforme Agostinho colocou a questão: “O novo testamento acha-se latente no antigo testamento, e o antigo testamento acha-se patente no novo testamento.”

     Acima de tudo, entretanto, encontramos nesta passagem bíblica essa declaração do próprio filho de Deus, onde Ele nos assegura que não viera a fim de tornar obsoleto o antigo testamento, isto é, a LEI e os PROFETAS. É como se Ele houvesse dito: Não é assim, pois a lei e os profetas vieram diretamente da parte de Deus, e Eu mesmo vim a fim de obedecer e cumprir tudo. Jesus tinha o antigo testamento como palavra de Deus, dotado de autoridade indiscutível e final.

     Se porventura somos autênticos seguidores de Jesus Cristo, se nEle confiamos, devemos manifestar a mesma atitude. No momento em que começarmos a pôr em dúvida a autoridade do antigo testamento, necessariamente estaremos pondo em dúvida a autoridade do próprio filho de Deus, e nós estaremos deixando arrastar a intermináveis dificuldades e confusões mentais e espirituais.

     Jesus Cristo citou porções do antigo testamento com grande abundância. Para Ele, a LEI e os PROFETAS constituíam a sagrada escritura, que nos foi outorgada por Deus e que, conforme Jesus ensina em João 10:35, “não pode falhar”. Essa é a própria palavra de Deus, a qual haverá de ter cumprimento cabal até aos mínimos detalhes, permanecendo de pé enquanto existirem o céu e a terra.

Cristo cumprindo A LEI E OS PROFETAS

     Os extraordinários detalhes que foram preditos acerca da pessoa de Cristo tornam quase inconcebível que os Judeus pudessem haver tropeçado em Jesus de Nazaré, não tendo percebido a sua verdadeira identidade. O que os cegou, entretanto, foram suas próprias ideias. Eles jamais deveriam ter concebido o Messias como um monarca terreno, como um personagem político, porque seus próprios profetas haviam traçado a respeito dEle um quadro inteiro oposto.

     Os escritos dos profetas eram lidos diante deles, mas eles estavam surdos por seus preconceitos, e, ao invés de darem atenção às palavras dos profetas, mantinham-se atentos às suas próprias e sobrepostas ideias.

     Foi o próprio Espírito Santo quem orientou a igreja primitiva, que se constituía principalmente de gentios, a incorporar as escrituras do antigo testamento às suas próprias novas escrituras (N.T.), considerando-as um só volume. Pois esses dois segmentos da bíblia estão indissoluvelmente ligados entre si, havendo muitos sentidos em que podemos dizer que o novo testamento não pode ser perfeitamente entendido exceto à luz daquilo que nos é revelado no antigo testamento. Por exemplo, é quase impossível entender o que a epístola aos Hebreus ensina, a menos que conheçamos bem as escrituras do antigo testamento.

     Jesus Cristo, nasceu sob a lei, embora eternamente superior à lei, por ser o próprio filho de Deus, Jesus veio e nasceu sujeito à lei, como alguém que estiver na obrigação de cumpri-la.

     Em nenhuma outra oportunidade Deus demonstrou mais patentemente o caráter absoluto e inviolável de sua própria santa LEI como quando sujeitou a ela o seu próprio filho.

     Podemos notar quão criteriosamente nosso Senhor observava a lei; Ele a obedeceu até nos menores detalhes, mas também ensinou outros homens a amarem a lei, explicando-a para eles, confirmando-a constantemente e asseverando a absoluta necessidade de a obedecermos. Essa foi a razão por que Ele pôde dizer, no final de sua vida, que ninguém poderia detectar nEle qualquer pecado, que ninguém poderia provar contra Ele qualquer acusação.

     Jesus chegou até a desafiar seus inimigos a fazerem isso. Ninguém podia citá-lo diante da lei. Ele tinha vivido e obedecido à lei de maneira impecável.

A cruz de Cristo

     Chegamos àquilo que, para nós, é o centro mesmo de toda a nossa fé – a cruz na colina do calvário. Qual é o significado disso? Bem, sugiro novamente que se as nossas ideias não são claras sobre a lei, então jamais compreenderemos o significado da cruz.

     A essência do evangelho não consiste meramente em falarmos acerca da cruz, mas em proclamar a verdadeira doutrina (ensino) da cruz. Existem pessoas que muito falam sobre a cruz, mas fazem-no de uma maneira puramente sentimental. Tais pessoas parecem-se com as filhas de Jerusalém, a quem nosso Senhor mesmo repreendeu, as quais choravam enquanto pensavam naquilo que elas chamavam de a tragédia da cruz. Essa, porém, não é a maneira certa de encararmos essas realidades. Também há aqueles que reputam a cruz como algo que exerce certa influência moral sobre nós. Dizem os tais que todo o propósito da cruz é quebrantar nossos corações empedernidos. Contudo, não é esse o sentido do ensinamento bíblico. O propósito da cruz não é despertar em nós algum senso de compaixão, e nem meramente uma exibição qualquer do amor de Deus. De modo nenhum! A cruz só pode ser plenamente compreendida à luz da lei.

     O que estava acontecendo na cruz é que nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo, o filho de Deus, estava recebendo em seu próprio corpo a penalidade prescrita pela santa lei de Deus contra o pecado humano.

     A lei condena o pecado, e a condenação por ela proferida é a morte “... o salário do pecado é a morte...” – Romanos 6:23 – A lei determina que a morte deve passar para todos quantos pecarem contra Deus e quebrarem sua Santa lei. E Cristo disse: não penseis que vim revogar a LEI ou os PROFETAS; não para revogar, vim para cumprir. Gálatas 3:13-14; Romanos 5:12-21 – Adão vive pela promessa, Moisés em diante a lei e Jesus Cristo aplicação da graça; Romanos 6:1-23.

     Uma das maneiras pelas quais a lei foi cumprida por Jesus é que o castigo por ela imposto contra o pecado foi devidamente executado. Esse castigo é a morte, e foi por essa razão que Cristo morreu. A lei tinha de ser cumprida cabalmente.

     Deus não podia simplesmente arredá-la para um lado, sob nenhuma hipótese; e, dessa forma, o castigo por ela imposto também era inevitável. Ao perdoar-nos.

     Digamos isso com a máxima clareza, Deus não o faz resolvendo que não executará a sentença por Ele decretada contra o pecado. Isso implicaria em uma contradição com a sua própria natureza santa.

     No tocante à punição contra o pecado, a lei de Deus foi cumprida de maneira absoluta, porquanto Ele castigou o pecado no próprio corpo santo, inculpável e imaculado de seu filho, na cruz. Cristo cumpre a lei sobre a cruz.

     Também vemos que, da maneira mais extraordinária e maravilhosa, ao morrer na cruz, suportando em seu próprio corpo a punição imposta contra o pecado, Jesus Cristo cumpriu todas as figuras do antigo testamento. – ler os livros de Levíticos e Números.

     Jesus Cristo, mediante a sua morte e tudo quanto Ele fez, é o cumprimento absoluto de todos esses tipos e sombras. Ele é o sumo sacerdote, Ele é a oferta, Ele é o holocausto, e Ele apresentou seu próprio sangue no céu, de maneira tal que todo o cerimonial da lei teve cumprimento em sua pessoa.

     Em Romanos 8:1-4 (ler) – o apóstolo Paulo afirma claramente que essa é uma das explicações da morte de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Nestes versículos temos uma verdade importantíssima e extremamente significativa, pois o apóstolo vincula aqui duas coisas: a maneira pela qual nosso Senhor cumpriu pessoalmente a LEI, e a maneira pela qual Ele cumpre a LEI em nós.

     Por intermédio do profeta, Deus nos fez uma grandiosa promessa. É como se o Senhor houvesse dito: “vou estabelecer uma nova aliança, e a diferença entre essa nova aliança, e a antiga será esta: escreverei minha lei nas mentes e nos corações dos homens. Minha lei não mais estará em tábuas de pedra, externas aos homens, mas estará em tábuas de carne, nos corações”. O autor da epístola aos hebreus discorre sobre esse conceito no capitulo 8 de seu livro, onde exalta a nova aliança, o novo relacionamento, porque a lei foi posta dentro de nós, e não é mais alguma coisa fora de nós. É devido ao fato que a lei foi escrita em nossas mentes e em nossos corações que ansiamos por cumpri-la e somos capacitados a ser-lhe obedientes.

     Em sua morte, ressurreição e ascensão cumpriu-se totalmente a lei cerimonial, em sua inteireza. Como confirmação disso é que, por assim dizer, mais tarde o templo foi destruído. O véu do santuário já havia sido rasgado em dois, de alto a baixo, por ocasião da morte de Jesus, e, finalmente, o templo e tudo quanto a ele pertencia foi destruído para sempre – não há mais templo, qualquer pessoa que resgatar as cerimônias que se faziam no templo, desconsideram a morte expiatória de Cristo. E qualquer pessoa que reconstrói o antigo templo é contra a nova aliança.

     Uma vez que eu veja que tudo isso já se cumpriu cabalmente em Jesus Cristo, então, através de minha fé nEle, de minha sujeição a Ele, eu mesmo terei cumprido esse aspecto da lei. Essa é a correta posição do discípulo de Cristo, no que tange à lei cerimonial.

     A lei conforme é interpretada pelo novo testamento, está em vigor nestes nossos dias, como sempre esteve, e assim continuará sendo até o fim dos tempos, até que recebamos a perfeição. Em I João 3:4, o apóstolo demonstra ter o cuidado de relembrar seus leitores de que o pecado praticado por cristãos constitui, igualmente, uma transgressão da lei. É como se João estivesse dizendo: “continuamos mantendo em certo relacionamento para com a lei, pois o pecado é a transgressão da lei”.

OBS: A lei continua presente, e, quando eu peco, estou quebrando a lei, embora eu seja um crente, embora eu nunca tivesse sido judeu, pois nasci gentio. Por conseguinte, a lei moral continua aplicável a nós.

     Os desobedientes à lei serão finalmente punidos. Não nos deixemos enganar quanto a isso. Aqueles que morrem na impenitência final, incrédulos quanto ao Senhor Jesus Cristo, estão debaixo da condenação da lei. E, no último dia, a sentença proferida contra os tais, será esta: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno...” – Mateus 25:41. – Neste caso são malditos, porque não deixaram Cristo ser maldição no lugar deles.

     Ora, a lei é que os condenará a essa punição. Portanto, a lei de Deus será cumprida até aos últimos extremos lógicos. Aqueles que não se valerem da salvação oferecida no Senhor Jesus Cristo ficarão sujeito à condenação eterna, de conformidade com a lei, a qual é a expressão da justiça e da retidão de Deus.

     A atitude das pessoas que abusam da doutrina da graça a fim de levarem uma vida religiosa pecaminosa, indolente e frouxa, tais pessoas dizem. “Não estou debaixo da lei, mas da graça. Portanto, não importa o que eu faça”. Paulo escreveu em - Romanos 6:15 – justamente para tratar da questão: “E dai? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, e, sim, da graça? De modo nenhum” – O propósito inteiro da graça, em um sentido, é apenas capacitar-nos a observar a lei.

     A graça é aquilo que me impulsiona a amar a Deus; e, se eu amo a Deus, então o meu grande anelo é observar os seus mandamentos. Cristo mesmo disse – João 14:21 – ler

A graça não é algo sentimental; a santidade não é uma experiência. Precisamos adquirir essa nova mentalidade e disposição, a qual nos leva a amar a lei e a desejar observá-la; e através do poder de Cristo é que somos capacitados a cumprir a lei.

Justiça maior que a dos escribas e fariseus

     Ora, que significam essas palavras? Precisamos lembrar que os escribas e os fariseus, de muitas maneiras, eram os elementos mais destacados da nação judaica, os escribas eram homens que passavam a vida ensinando e expondo a lei; eram as grandes autoridades sobre assuntos da lei de Deus. Dedicavam toda a sua vida ao estudo e à prática da lei. Também eram homens que constantemente preparavam cópias da lei, exercendo o máximo cuidado neste trabalho. A vida deles era gasta inteiramente em torno da lei, e, por esse motivo, todos lhes davam grande atenção.

     Os fariseus, por sua vez, eram os homens que se tinham notabilizado por sua pretensa piedade. O próprio vocábulo, “fariseu”, significa “separatista”. Eram indivíduos que se separavam dos outros, e assim faziam por terem formulado um código sobre os atos cerimoniais vinculados à lei.

     Este código ainda mais rígido do que a própria lei de Moisés. Eles haviam criado regras e regulamentos atinentes à vida e à conduta que, quanto à sua severidade, ultrapassavam a qualquer coisa ordenada pelas escrituras do antigo testamento.

Por exemplo, no quadro verbal traçado por nosso Senhor sobre o fariseu e o publicano que tinha ido orar no templo, o fariseu dissera que costumava jejuar duas vezes por semana. Ora, em todas as páginas da antiga aliança não há nenhuma determinação que os homens jejuem duas vezes por semana. De fato, o antigo testamento recomendava apenas um jejum anual.

     O homem comum refletia para si mesmo: “Ah, não tenho a menor esperança de algum dia chegar a ser tão bom quanto os escribas e os fariseus. Eles são simplesmente extraordinários; vivem apenas para serem santos e consagrados. Essa é a profissão deles; vivem somente para cumprir seu objetivo e alvo religioso, moral e espiritual. 

     Porém, eis que nosso Senhor aparece e anuncia aos seus ouvintes que a menos que a justiça deles ultrapassasse em muito a dos escribas e fariseus, sob hipótese nenhuma poderiam entrar no Reino dos Céus.

     A grande falha dos fariseus é que eles se interessavam pelos detalhes, e não pelos princípios básicos; estavam mais interessados nas ações do que nos motivos; estavam mais interessados em fazer do que em ser. Não te parece como hoje no meio de muitas igrejas!?

     A pessoa que nasceu do alto, que dispõe da natureza divina em seu interior, é a pessoa justa, cuja justiça excede em muito a dos escribas e fariseus. Tal pessoa não está mais vivendo para si próprio, visando somente as suas próprias realizações; e nem é mais uma pessoa justa em seu próprio conceito, satisfeito consigo mesmo. Antes, tornou-se pobre de espírito, manso e misericordioso, alguém que se tornou um pacificador. O coração desse homem está sendo purificado. Ele ama a Deus, posto que muito imerecidamente, mas ama a Deus; e o seu anelo é contribuir para a honra e a glória do Senhor. O seu desejo é glorificar a Deus, bem como observar, honrar e cumprir a sua lei. Os mandamentos de Deus, para tal pessoa, “não são penosos” – I João 5:3.

Que cada um de nós examine a si mesmo quanto a isso.

Amém!!!!

Restruturado e reformulado, para uso interno da

Igreja Evangélica Comunidade Encontros Com Jesus.

No amor em Cristo,

Pr. Dalton Ramos

 

Versículo do Dia

Gn 5:10

"E viveu Enos, depois que gerou a Cainã, oitocentos e quinze anos, e gerou filhos e filhas. "



by Estudo Bíblico

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