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61 - O SERMÃO DO MONTE - parte 11

Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende uma lâmpada e se coloca debaixo de uma vasilha, mas no candelabro, e ilumina a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” (Mateus 5:14-16)

Introdução

     Neste mundo, como é obvio, não há luz alguma à parte da luz provida pelo discípulo verdadeiro de Jesus Cristo e pela Igreja viva de Cristo. Ao assim afirmar, não exagero, mas estou sugerindo que se quisermos ser realistas, teremos de aceitar esse fato, e teremos de perceber que quando nosso Senhor Jesus Cristo se pronunciou, a mais de dois mil anos atrás, Ele não proferiu essa verdade simples e espantosa a respeito de sua própria época, mas também disse a verdade no que concerne a todas as eras subsequentes, - “Vós sois a luz do mundo.

     As trevas que imperam sobre este mundo nunca foram tão evidentes como agora, e aqui nos defrontamos com essa declaração estonteante e espantosa. Essa, pois é a implicação negativa do nosso texto.

     Qualquer discípulo de Cristo, embora talvez nunca tenha lido qualquer ensaio filosófico ou científico, compreende e conhece melhor a vida do que o maior pensador ou cientista que não é discípulo de Jesus Cristo. Esse é um dos temas fundamentais do novo testamento. O apóstolo Paulo, ao escrever aos discípulos de Cristo que estavam em corinto, colocou a questão em termos bem explícitos, quando disse: “visto como, na sabedoria de Deus o mundo não por sua própria sabedoria”, em razão do que “aprouve a Deus salvar aos que creem, pela loucura da pregação” – I Coríntias 1:21. – aquilo que parece ser o cúmulo do ridículo, conforme o mundo imagina, na verdade é a pura sabedoria de Deus. Esse é o extraordinário paradoxo com o qual nos defrontamos. – fomos chamados para realizar algo de positivo.

Vós sois a luz do mundo

     Vós sois a luz do mundo.” E também disse: “Eu sou a luz do mundo” – João 8:12. Essas duas declarações sempre precisam ser consideradas conjuntamente, porquanto o discípulo só funciona como “Luz do mundo” por causa dessa relação vital de que goza com Aquele que é, Ele mesmo, “a luz do mundo.” – Jesus Cristo o filho do Deus altíssimo.

     Jesus Cristo declarou “... quem me segue, não andará nas trevas, pelo contrário terá a luz da vida.” Aqui, entretanto, Ele também afirma: “vós sois a luz do mundo.” A questão toda pode ser sumariada, por conseguinte, no fato que Ele, e somente Ele, pode conceder-nos essa luz vital a respeito da vida. Contudo, Jesus não para nesse ponto; mas também nos transforma em “luz”.

     Talvez você esteja lembrado de como o apóstolo Paulo exprimiu a questão, em Efésios 5:8, onde escreveu: “Pois outrora éreis trevas, porém agora sois luz no Senhor.” Portanto, não somente temos recebido a luz, mas também nós mesmos fomos feitos luz, fomos transformados em transmissores da luz.

     Na qualidade de quem crê no evangelho de Cristo Jesus, temos recebido luz, conhecimento e instrução. Mas, em adição a isso, essa luz tornou-se parte integrante de nosso ser. Ela se tornou a nossa própria vida, de tal modo que nós temos tornado refletores da luz de Cristo.

     O discípulo de Cristo é uma pessoa que recebeu a natureza divina, tornando-se participante da mesma. A luz, que é o próprio Cristo, a luz que, em última análise, é Deus, é igualmente a luz que rebrilha no discípulo de Jesus.

     O resultado da vinda do Espírito Santo é este: “Meu pai e Eu viremos residir em vós; e nós estaremos em vós, e vós em nós.” Deus, que é “o Pai das luzes” – Tiago 1:17, é a luz que está em nós. Ele está em nós, e nós estamos nEle, e é precisamente por esse motivo que pode ser dito a respeito dos discípulos: “Vós sois a luz do mundo.”

     Jamais nos deveríamos esquecer da ordem de apresentação empregada pelo Senhor Jesus, de maneira deliberada: O “Sal da terra” foi mencionado antes da “Luz do mundo”: É que devemos SER algo, antes de começarmos AGIR como algo.

     Enquanto a luz não se manifesta, de certo modo não temos consciência das trevas; - Efésios 5:13 – “Mas todas as coisas manifestas pelas luz tornam-se visíveis, pois é a luz que a tudo manifesta.” O primeiro efeito da vinda de Cristo ao mundo foi que Ele desmascarou as trevas que caracterizam a vida deste mundo. É precisamente isso que o evangelho faz, como também todo aquele que é discípulo verdadeiro.

     A pessoa regenerada leva uma vida diferente, e isso de pronto revela o verdadeiro caráter e a natureza de toda e qualquer outra maneira de viver. No mundo, pois, o discípulo se assemelha a uma luz que foi acesa, e sem demora as outras pessoas começam a pensar, a admirar-se, a sentir-se envergonhadas.

     Naturalmente, quanto mais uma pessoa tiver sido santificada, tanto mais evidente tornar-se-á o fenômeno. O discípulo nem mais precisa falar. Somente devido ao fato de ser o que é leva as pessoas a se sentirem envergonhadas de si mesmas, diante do que costumam praticar.

     Desse modo o discípulo verdadeiro atua como uma luz. Assim sendo, o discípulo estará provendo ao mundo um modelo a ser seguido, estará demonstrando que existe outra modalidade de vida, possível à humanidade.

     A influência que o discípulo exerce sobre este mundo, como uma luz, consiste em mostrar que todas as demais coisas pertencem às trevas. Todas essas outras atividades crescem bem somente em meio às trevas, e, de uma maneira ou de outra, não podem resistir à luz.

     Isso é explicitamente ensinado em João 3:19, onde o apóstolo assegura: “O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más”. Nosso Senhor chegou mesmo a afirmar que tais homens não se aproximam da luz, porquanto sabem que, se o fizerem, seus feitos serão reprovados por ela, e eles não querem que isso lhes aconteça.

     A luz e pureza de Jesus Cristo, levou os sacerdotes e o sinédrio a sentirem como eles realmente eram; e, por essa razão, odiavam-no. Por esse motivo é que o perseguiam, e, finalmente, o crucificaram simplesmente porque Ele era “a luz do mundo”.

     Essa luz manifestava e revelava as coisas ocultas das trevas, que dentro deles havia. Ora, você e eu precisamos ser assim também, neste mundo: simplesmente por vivermos a vida cristã, cumpre-nos exercer esse efeito sobre os falsos e ímpios.

     Podemos avançar mais um passo e declarar que a luz não somente revela as coisas ocultas das trevas, mas também explica a causa das trevas. É nesse ponto que a luz se torna tão importante e prática nestes nossos dias.

     Essa é a luz da compreensão que somente o discípulo de Cristo dispõe, e que ele pode oferecer ao mundo. O homem foi criado de tal maneira que não pode viver autenticamente enquanto não se acha em uma correta relação com Deus. Assim ele foi criado. O homem foi criado por Deus, e criado para Deus.

     Todas as desavenças, disputas e mal-entendidos, toda a inveja, ciúme e malícia, todos esses males estão vinculados a inconformidade às normas de Deus, e a nada mais. Portanto nós devemos ser no presente “a luz do mundo” em sentido perfeitamente real.

     O quadro todo pode ser atribuído à queda no pecado; a dificuldade inteira origina-se daí. Desejo citar novamente o trecho de João 3:19 “o julgamento é este: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.” “O julgamento é este”, e não é outro. Essa é a causa de tantas perturbações. No que consiste, pois, a questão? Se a luz foi exibida para o mundo, na face de Jesus Cristo, o que há de errado com o mundo, neste início do século vinte e um? O versículo citado acima nos fornece a resposta.

     A raça humana, decaída em sua própria natureza, continua preferindo as trevas, e não a luz. E o resultado é que, embora ela saiba o que é certo, prefere e pratica aquilo que é errado. O homem dispõe de uma consciência, que o adverte antes mesmo que ele faça qualquer coisa que saiba estar errado.

     A pessoa pratica o que é mau. Talvez lamente-se disso, mas mesmo assim põe em prática o erro. Por quê? Porque AMA AS TREVAS. A dificuldade da pessoa não está em seu intelecto; está em sua natureza – suas paixões e concupiscências. Esse é o fator dominante em sua vida.

OBS: embora se procure educar e controlar as pessoas, de nada adiantará isso enquanto a sua natureza continuar pecaminosa e decaída, enquanto ele for uma criatura escravizada às paixões e à desonra.

NOTA: O evangelho verdadeiro de Cristo Jesus ofende aos homens porque os obriga a se defrontarem consigo mesmos, e fica repetindo, no rosto deles, precisamente aquela mesma verdade antiga: “crer no Senhor Jesus Cristo e serás salvo tu e a tua casa.” Sem crer não há luz, e sem luz não há Jesus e tudo o que resta é ódio – trevas. 

     O evangelho é como um facho luminoso no firmamento, e deveria estar se manifestando através de cada um de nós, em meio aos problemas deste negro, miserável e infeliz mundo dos homens.     

     A luz não somente desmascara as trevas, mas também mostra e provê o único meio de saída para fora das trevas. É aí que todo o discípulo deveria lançar-se à obra imediatamente. O problema da raça humana é o problema de uma natureza humana decaída, pecaminosa e poluída.

     A raça humana não precisa de mais luz; mas precisa de uma nova natureza, que ame a luz e abomine as trevas – o oposto exato do seu afeto pelas trevas e do seu ódio pela luz.

     Jesus Cristo, faz de cada pessoa uma nova pessoa, dotada de novos desejos, de novas aspirações, de uma nova perspectiva e de uma nova orientação. Porém, acima de tudo, Ele nos proporciona aquela nova vida, a vida que ama a luz e odeia as trevas, ao invés de amar as trevas e odiar a luz.

Assim também brilhe a vossa luz

     Temos, igualmente, de aprender o fato que isso deve tornar-se o elemento primordial de nossa vida inteira, pelas razões que haveremos de apresentar. Mas talvez a melhor maneira de considerarmos essas razões seja mesmo expondo-as através de uma série de declarações ou proposições.

     O propósito inteiro de quem acende uma luz é que ela forneça iluminação. E se alguma pessoa insensata cobrisse uma luz com qualquer coisa que impedisse de se manifestar aquela qualidade, então isso seria, conforme todas concordariam prontamente, um ato inteiramente ridículo.

     A característica essencial da luz é prover iluminação, é dar luz, pois, na verdade, não tem qualquer outra função. Em outras palavras, no instante em que a luz vier a deixar de atuar como luz, para nada mais servirá. Sua qualidade essencial é também a sua única qualidade, e assim, uma vez que perca, torna-se perfeitamente inútil.

     Nenhuma outra coisa existe, em todo o universo criado por Deus, que seja tão completamente inútil quanto um suposto discípulo meramente formal. Com isso refiro-me a alguém que só tem o nome de cristão, mas que não exibe as virtudes que caracterizam o verdadeiro cristão.

     O apóstolo Paulo descreveu essa aberração quando falou sobre certos indivíduos que têm “... forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder.” II Timóteo 3:5

     Essas pessoas aparentemente são cristãos, crentes, evangélicos, mas na realidade não o são. Desejam parecer crentes – discípulos, mas não funcionam como tais. Antes, assemelham-se ao sal insípido, ou à luz que não ilumina, se é que podemos imaginar assim.

     O crente, cristão, evangélico formal, é uma pessoa que conhece o bastante sobre o cristianismo para que seja capaz de estragar o mundo para si; mas que não sabe o bastante do cristianismo a fim de que este venha a ter algum valor real, positivo.

     Ele não acompanha o mundo porque sabe muita coisa a respeito do mundo e teme certas consequências; mas as pessoas que convivem com ele sabem que ele está apenas tentando ser diferente, embora não possa mostrar-se franco e sincero com elas.

     Por outro lado, tal pessoa não goza de real comunhão com os discípulos de Cristo. Seu cristianismo é suficiente apenas para estragar tudo ao seu redor, mas não é bastante para que ele seja uma pessoa caracterizada pela felicidade, pela paz de espírito e pela vida abundante. Penso que essas pessoas são as mais dignas de lástima que há neste mundo.

     O nosso Senhor Jesus Cristo certamente assegura que são as pessoas mais inúteis do mundo. Não funcionam nem como indivíduos mundanos e nem como cristão – discípulos. Nada são, nem Sal e nem Luz - nem uma coisa e nem outra. E, para dizer a verdade, são pessoas, cristãos falsos, não genuínas; por assim dizer foram rejeitados pelo mundo e foram rejeitados pela igreja.

     Recusam-se a considerarem-se parte integrante do mundo ao mesmo tempo em que jamais entram verdadeiramente na vida da igreja. Eles mesmos sentem-se deste jeito, a as outras pessoas também se sentem também deste modo a cerca deles. Sempre existe esta barreira em torno dele.

     Finalmente, porém, ficam do lado de fora. Em certo sentido, estão mais fora do que a pessoa que é inteiramente mundana e jamais se declara cristã – discípula, porquanto, pelo menos, esta última dispõe de uma sociedade toda sua.

     Tem havido igrejas que, tendo perdido o seu sabor, ou tendo deixado de emitir a verdadeira luz, passaram a ser pisadas sob os pés dos homens. Efésios 2:1-7

     O verdadeiro discípulo de Cristo não se oculta, e nem pode deixar de ser notado. O homem que verdadeiramente esteja vivendo e funcionando como discípulo de Cristo sempre assume posição de prontidão. Assemelha-se ao Sal; assemelha-se à cidade edificada sobre um monte, a uma candeia posta no velador.

     O verdadeiro discípulo de Cristo nem ao menos deseja esconder a sua luz, e percebe quão ridículo é alguém dizer-se discípulo de Cristo e, no entanto, deliberadamente tentar ocultar a sua identidade.

     A pessoa que deve reconhecer tudo quanto a graça divina determinou para ele e tem feito em seu benefício, e que também compreende que, em última análise, Deus fez tudo isso a fim de que ele possa influenciar a outros, é uma pessoa que não é capaz de ocultar a sua realidade espiritual. E não somente isso; não deseja ocultá-la, porque ele pensa nestes termos: “Afinal, o objetivo e o propósito de tudo é que eu funcione dessa maneira.”

     Se descobrirmos em nós mesmos a tendência de esconder a nossa luz debaixo de um alqueire (vasilha), então teremos de começar a examinar-nos, a fim de certificar-nos se realmente somos “luz”.

     Parece ser um fato curioso, que envolve tanto o Sal quanto a luz, que eles tendem por manifestar a sua virtude essencial; e, por esse motivo, se houve qualquer elemento de incerteza quanto a isso, deveríamos examinar a nós mesmos e tentar descobrir a causa de tão ilógica e contraditória posição.

     Em uma lâmpada antiga somente duas coisas eram necessárias – o azeite e o pavio - e essas duas coisas jamais podiam ser separadas uma da outra.

     A parábola das dez virgens ajuda-nos, novamente, a relembrar essa verdade. O azeite é algo absolutamente essencial, imprescindível; nada podemos iluminar sem ele, e tudo quanto às bem-aventuranças procuram frisar, em determinado sentido, é simplesmente destacar esse ponto.

     Só seremos “a luz do mundo” na medida em que aquele que é “a luz do mundo” estiver atuando em nós e através de nós. Portanto, a primeira coisa que precisamos perguntar de nós mesmos, é esta: Já recebi dessa vida divina? Tenho certeza que Cristo está habitando em mim?

     A obra do Espírito Santo não é conferir-nos dons específicos, como o de línguas, ou como outros dons, a respeito dos quais muitas pessoas ficam tão excitadas. O propósitos dEle é transmitir-nos vida e as graças do Espírito, o que é um caminho sobremodo excelente – I Coríntios 12:31 – Tenho a certeza de que disponho do azeite, da vida, conforme somente o Santo Espírito de Deus pode dar?

     Para que uma lâmpada dessas (pessoas Salvas) arda com luz brilhante, o azeite não basta; será preciso também aparar o pavio de vez em quando. Nada existe que tanto contribua para manter o pavio em boa ordem e bem aparado do que lembrar-me daquilo que sou, pela graça de Deus, daquilo que se espera que eu seja.

     Quando homens e mulheres olharem para nós, constituamos para eles um problema. E então perguntarão entre si: “Que é isso?” Por que esses discípulos de Cristo são tão diferentes de nós, diferentes em sua conduta e comportamento, diferentes em suas reações? Existe nesses discípulos de Cristo alguma coisa que não podemos compreender, que não somos capazes de explicar.

     E assim nossos semelhantes serão impelidos à única explicação verdadeira, a saber, que somos o povo de Deus, os filhos de Deus, os herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo – Romanos 8:17. 

Nós nos teremos feito refletores de Cristo, cópias de Cristo. 

Da mesma forma que Ele é “a luz do mundo,” também nós 

ter-nos-emos tornado em LUZ do mundo.

Amém....aleluia.

Restruturado e reformulado, para uso interno da

Igreja Evangélica Comunidade Encontros Com Jesus.

No amor em Cristo,

Pr. Dalton Ramos

 

Versículo do Dia

Ez 48:22

"E desde a possessão dos levitas, e desde a possessão da cidade, no meio do que pertencer ao príncipe, entre o termo de Judá, e o termo de Benjamim, será isso para o príncipe. "



by Estudo Bíblico

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