Bem-vindos à Igreja Evangélica Comunidade Encontros com Jesus

59 - O SERMÃO DO MONTE - parte 8 e 9

“Bem-Aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. 
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.
Regozijai-vos e alegrai-vos, porque grande é o vosso galardão nos céus, pois assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós.” 
Mateus 5:10-12

Sermão do Monte

     ↘ “Quero ser uma pessoa com a mente de Cristo; mais despojado deste mundo, mais pronto para o céu hoje, do que em qualquer outro momento de minha vida. Quero um ouvido capaz de discernir a voz do inimigo – quer vinda da religião, da política ou da filosofia. Quero ter discernimento quando ouvir a voz tentadora do anticristo, procurando persuadir-me psicologicamente para o seu bote repentino. Prefiro manter-me firme e ser considerado inimigo de todos, a caminhar com uma multidão rumo à destruição." (A.W. Tozer)

      As escrituras deixam claro que o fim desta era, será marcado com um aumento na qualidade sobrenatural entre os discípulos de Jesus e com uma maior perseguição. Essas duas situações caracterizavam a igreja de Atos. Como Paulo explicou aos discípulos de Jesus no primeiro século: “Através de muitas tribulações importa entrar no Reino de Deus.” No primeiro século isso verdadeiramente aconteceu. Quanto mais perseguição e tribulação a igreja sofria, mais autoridade espiritual ela recebia e exercia. Os primeiros discípulos aprenderam depressa a se tornar gratos por todas as provações, porque elas os preparavam para ser mordomos de um poder cada vez maior.

      Durante o tempo da perseguição, não havia falsas conversões! É porque os líderes se tornaram alvos preferenciais, os que aceitavam posições de liderança não eram motivados por uma ambição egoísta, mas apenas por um sincero amor ao Senhor e ao seu povo. Muitas das questões de pouca importância que tem causado divisão em tempos de paz não encontravam espaço para produzir discórdias na igreja perseguida. A perseguição era o fogo que devora a madeira, a palha e os restolhos, e que purificava o ouro, a prata e as pedras preciosas.

      Quando vemos a marcha do Cristianismo (Discípulos de Jesus) por toda história fica claro que a perseguição é o estado “normal” dos que têm uma fé genuína. A fé cristã sempre foi uma afronta e uma ameaça àqueles que vivem sob o padrão deste mundo que jaz do maligno, e àqueles que, dizendo-se cristãos, cederam à forma do presente século. Isso não deve ser nunca um choque nem um desincentivo para nós. De fato, temos de nos preocupar se não estamos sendo perseguidos. A ausência da perseguição em nossa vida pode ser um sinal de que na verdade não estamos vivendo uma vida piedosa em Cristo Jesus; e, portanto, não somos uma ameaça aos poderes das trevas.

      Ele permitiu que sua igreja passasse por contínua perseguição como um meio de purificar as motivações e o caráter do seu povo. Nem todos eram aprovados nesse teste, mas muitos foram, e tornaram-se dignos de reinar com ele como membros da sua casa.

O discípulo de Jesus Cristo e a Perseguição

      O discípulo é perseguido por ser um determinado tipo de pessoa, e porque se comporta de certa maneira, não conformando com este mundo. É como se Jesus tivesse dito: “Isso é o que acontecerá com você, somente porque você é discípulo.” João 15:20

      Os discípulos de Jesus estão sofrendo ativa e amargamente perseguições neste exato instante, em muitos países; por isso é possível imaginar que este será nos nossos dias, o mais importante versículo para as nossas vidas.

      A igreja, de fato, estará enfrentando aquele mesmo teste de fogo sobre o qual o apóstolo Pedro falou e escreveu. Ele não só pensava na perseguição que fora deflagrada em seus próprios dias. Porém, é algo tão real, que nós, que vivemos em aparente segurança e comodidade, cheguemos a experimentar algo do teste de fogo, da fornalha de aflição e perseguição.

      A promessa feita por Jesus Cristo aos seus discípulos, são aos perseguidos por causa da justiça. Sejamos bem claros a respeito disso. Podemos atrair contra nós mesmos sofrimentos infindáveis, podemos criar dificuldades inteiramente desnecessárias para nós mesmos, causadas por alguma tola noção a respeito da maneira de viver e testemunhar, ou então porque, nossa atitude de justiça própria realmente atrai tal perseguição contra nossas cabeças.

     OBS.: Não ore pelo fim da perseguição! Não devemos pedir carga mais leve, e sim costas mais fortes! Então o mundo verá que Deus está conosco, capacitando-nos para viver de uma forma que reflete seu amor e seu poder. Deus tem usado o governo chinês para seus propósitos, formando e moldando seus filhos do jeito que acha melhor. Em vez de focar as orações contra o sistema político, pedimos que, a despeito do que acontecer conosco, estejamos sempre agradando a Deus. Essa é a verdadeira liberdade (irmão Yun).

      Devemos ter o cuidado para não atrairmos contra nós mesmo um sofrimento desnecessário. Convém-nos ser “...prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mateus 10:16). Que Deus nos guarde de sofrer, qualquer um dentre nós, por havermos esquecido desse conselho.

      Ser justo, praticar a justiça, na realidade significa assemelhar-se ao Senhor Jesus Cristo. Portanto, bem-aventurados são os perseguidos por se parecerem com Ele. Mais ainda, aqueles que se assemelham a Jesus Cristo sempre serão perseguidos – João 15:18-20; II Timóteo 3:12.

      Abel, por exemplo, foi perseguido por irmão Caim. Moisés também foi severamente perseguido. Consideremos como Davi foi horrivelmente perseguido por Saul, bem como as amargas perseguições que Elias e Jeremias tiveram de padecer. Está você lembrado da narrativa sobre Daniel, onde se lê como ele foi perseguido? – Foram perseguidos, não por serem pessoas difíceis de tratar, nem por serem extremamente zelosas, mas simplesmente por serem justas.

Por quem os justos são perseguidos?

      Ao examinarmos as escrituras, ou ao estudarmos a história eclesiástica, descobrimos que as perseguições não são movidas contra os seguidores de Cristo somente pelo mundo incrédulo. Algumas das piores perseguições têm sido experimentadas pelos justos, pelas mãos da própria igreja, pelas mãos de pessoas que se dizem evangélicas e religiosas. Frequentemente, essas perseguições partem de crentes apenas nominais. Consideremos o caso do nosso Senhor mesmo. Quais foram os seus principais perseguidores? Foram os fariseus, os escribas e os mestres da lei.

      Um grupo que sofre grande oposição da parte dos que se chamam cristãos, são novos convertidos neste tempo, e pessoas que levam a sério a vida de santidade muito mais do que da parte dos não convertidos, pois estes últimos com frequência se regozijam com as mudanças favoráveis, desejando saber algo mais a respeito da experiência cristã. O cristianismo formal geralmente é o pior adversário da pura fé em Jesus Cristo.

Por qual motivo os justos são assim perseguidos?

      Os discípulos são perseguidos porque são diferentes das outras pessoas. Essa foi a razão pela qual os fariseus e os escribas odiavam ao Senhor Jesus Cristo. Não foi porque Ele fosse um homem bom; mas o motivo é que Ele era tão diferente. Havia nEle alguma coisa que fazia aquela gente sentir-se condenada. Com você também e assim? És realmente diferente, ao ponto de incomodar os falsos? Pense nisso!!!

      Lembra da vida do profeta Daniel. Sofreu tudo somente por ser um homem reto. Daniel não festejava por sua retidão; agia com toda a discrição. Mas aquela gente pensava: “Esse homem nos condena por meio daquilo que faz; contudo, haveremos de apanha-lo em alguma falta.” Essa será sempre a nossa luta, e essa foi a explicação das perseguições sofridas pelo próprio Senhor Jesus. Os fariseus e outros odiavam-no simplesmente por causa de sua total e absoluta santidade, justiça e veracidade. Estamos nesta luta sim ou não?

      Ninguém pode ser semelhante a Cristo sem haver sido inteiramente transformado. É mister que sejamos desvencilhados da nossa antiga natureza, a qual abomina a Cristo e abomina a justiça. Precisamos receber uma nova natureza, uma natureza que ame o bem, que ame a Cristo e que, por isso mesmo, se vá tornando semelhante a Ele.

     OBS: Se você tão somente tentar imitar a Cristo, então o mundo haverá de elogiá-lo; por outro lado, se você procurar tornar-se como Cristo, então o mundo o odiará – temos que tornar-nos luzes; mas a luz sempre desmascara as trevas, e é precisamente por esse motivo que as trevas sempre haverão de odiar a luz.

Regozijo na tribulação

      Existe algo no caráter do discípulo, devido ao fato de ser ele tão parecido com o Senhor Jesus, que inevitavelmente atrai essa perseguição contra a sua pessoa. E ninguém foi tão perseguido assim, neste mundo, quanto o próprio filho de Deus; então vemos que, “o servo não é maior do que o seu Senhor”.

      O falso discípulo (apóstata) inclina-se por ultrajar, por perseguir e por difamar ao discípulo verdadeiro, com toda espécie de falsidade. Por quê? Porque o discípulo de Cristo é fundamentalmente diferente dele, e o apóstata reconhece essa verdade. O discípulo não é alguém parecido com todo mundo, apenas com leves modificações. Mas é alguém essencialmente diferente; possui uma natureza diferente, e é uma pessoa radical em relação, ao mundo, ao pecado e às trevas. Você é assim?

      A vida do discípulo de Cristo é controlada e dominada por Jesus Cristo, pela lealdade a Cristo e pela preocupação em fazer tudo por causa de Cristo. “Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vós injuriarem e vos perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós.” (Verso 11)

      Então vemos que os discípulos são perseguidos, por estarem vivendo para a causa de Cristo. Daí posso deduzir que o objetivo inteiro do discípulo de Jesus Cristo deve ser viver para Cristo, e não para si mesmo.

      O aspecto peculiar que envolve as perseguições sofridas pelos discípulos de Cristo é que elas são experimentadas “por causa de Cristo”. A vida cristã sempre deveria ser controlada e dominada pelo Senhor Jesus Cristo, e, mediante consideração do que é agradável aos nossos olhos.

      O discípulo, por ser um novo homem, tendo recebido a nova vida da parte de Cristo, e percebendo que deve tudo a Cristo e à sua obra perfeita, particularmente a sua morte na cruz, diz consigo mesmo: “Não pertenço mais a mim mesmo; fui comprado por um preço.” Portanto, seu desejo é viver toda a sua vida para a glória dAquele que assim morreu em seu favor, que o redimiu e que retornou à vida. Por isso é que o seu grande anelo é apresentar-se de “corpo, alma e espírito”, total e inteiramente, a Cristo.

      A vida do discípulo deve ser controlada por pensamentos celestiais e sobre o mundo vindouro. “Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.” (verso 12)

      Consideremos aquele admirável comentário sobre o A.T., em Hebreus 11. Consideremos aqueles homens, diz o autor dessa epístola, aqueles heróis da fé. Qual era o segredo deles? Era precisamente aquilo que diziam: “Não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura cidade.” Eram todos eles, homens que aguardavam...” a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” – Hebreus 11:10 – o segredo deles era esse. Por conseguinte, essa atitude deve fazer parte integrante da diferença na vida do discípulo.

      Uma vez mais, vê-se a óbvia diferença entre o discípulo de Cristo e o evangélico, o cristão evangélico faz tudo quanto pode a fim de não pensar sobre o mundo vindouro. Essa é a explicação de toda essa moderna mania em busca dos prazeres. Trata-se apenas de uma imensa conspiração e esforço para barrar o pensamento, e sobretudo, para evitar pensar sobre a morte e o mundo vindouro. Tal fuga é típica de gente não salva mesmo, mais simplesmente evangélica; nada existe que ele tanto odeie como ouvir falar sobre a morte e a eternidade.

      Mas o discípulo, por sua vez, é uma pessoa que muito medita acerca dessas realidades, e nelas fixa os seus pensamentos; são grandes princípios e fatores controladores, em toda a sua vida e perspectiva da existência.

      Mas como o discípulo de Cristo, deve enfrentar a perseguição? A postura que o discípulo deve ter é de não revidar, como também não deve ficar ressentido e jamais deveria sentir-se deprimido em face da perseguição; pois ele deve ter a consciência viva, que a perseguição, serve simplesmente para confirmar a sua fé em Jesus Cristo. II Coríntios 4:16-18.

      Quando você estiver sendo perseguido, e os homens estiverem dizendo toda espécie de falsidade contra você, então “regozije-se” e “exulte”. Ora, para o homem natural, só evangélico e não discípulo, isso é loucura, simplesmente impossível. Pois regozijar-se e exultar, sob tais circunstâncias, é algo acima de sua capacidade.

      No entanto, é justamente para isso que o discípulo de Cristo foi chamado. Nosso Senhor afirmou que devemos tornar-nos semelhantes a Ele, quanto a esse particular. O autor da epistola aos hebreus expressa o ponto em um único versículo: “...o qual , em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da vergonha...” Hebreus 12:2.

      Por qual motivo o discípulo deve regozijar-se assim, e como é possível ele alegrar-se debaixo da aflição? Ao discípulo não cabe regozijar-se diante do mero fato de estar sendo perseguido. Tal acontecimento sempre será lamentável.

      Regozijar-se erroneamente na sua perseguição por causa dela mesma. Ora, não há que duvidar que essa foi também a atitude dos fariseus, uma atitude que jamais deveríamos imitar. Se nos alegramos na perseguição propriamente dita, e se pensarmos: “há muito bem; regozijo-me e exulto porque sou muito melhor que essas outras pessoas, e por essa razão é que elas estão me perseguindo”, imediatamente tornarmo-nos fariseus.

      A perseguição é algo que sempre o discípulo deveria lamentar; para ele deveria ser um motivo de profunda tristeza o fato que homens e mulheres, por causa do pecado e por estarem sendo controlados por satanás, se comportem de maneira tão desumana e diabólica.

      O discípulo de Cristo é uma pessoa que sente seu coração partir-se face ao efeito do pecado naqueles que são impelidos a agir dessa forma. Portanto, jamais nos devemos regozijar no fato da perseguição propriamente dita.

Por que o discípulo se regozija nas perseguições que sofre? 

Por que ele deveria exultar?

      A primeira resposta é que a perseguição que o discípulo sofre é por amor a Cristo e a sua causa e é prova de quem e do que ele é. “Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós”.

      Se você descobrir que está sendo perseguido e injustamente acusado, devido à causa de Cristo, então saberá que se assemelha aos profetas, que foram servos seletos de Deus e que agora se encontram em sua companhia, rejubilando-se na glória celestial.

      Isso é algo que nos deveria causar alegria. Essa é uma das maneiras pelas quais nosso Senhor faz redundar tudo em Vitória. Em certo sentido, o Senhor faz o próprio satanás ser motivo de bênção. O diabo, através dos seus agentes, persegue ao discípulo de Cristo a fim de deixá-lo infeliz. Entretanto, se encararmos ao diabo com uma atitude certa, centraremos até nele uma razão para nos regozijarmos, porque havemos de voltar-nos para ele, dizendo: “obrigado; apenas me forneces uma prova de que sou filho de Deus; doutra sorte eu jamais seria perseguido desta maneira, por causa de Cristo”. – Tiago 1:12; 5:11.

      O apóstolo Paulo, por exemplo, diz: “Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo, e não somente de crerdes nele” – Filipenses 1:29. Assim sendo, quando o discípulo de Cristo é perseguido desse modo, ele encontra a segunda prova do fato que, realmente, é filho de Deus. Isso confirma quem é o que ele é, e é precisamente nisso que o discípulo se regozija.

      Essa perseguição também é prova de seu destino certo. “Regozijai-vos e exultai...” Mas, por quê? “...porque é grande o vosso galardão nos céus.” Eis aí um daqueles princípios centrais que se podem achar na bíblia de capa a capa.

      Vemos nisto o fim da nossa carreira, o nosso destino final. É como se Cristo nos estivesse dizendo: “Se isso lhe acontecer, isso servirá de selo do fato que você está destinado ao céu. Significa que você já foi rotulado; significa que o seu destino final já foi fixado.”

      Assim sendo, ao persegui-lo, o mundo lhe está dizendo que você não mais pertence a este mundo, que você é uma pessoa distinta, cidadão do céu.

      Você acredita que a causa de nossa alegria e regozijo deveria ser a consciência que temos do galardão que nos espera? “Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus.

      Examinemos essa particularidade pelo seguinte ângulo. Em harmonia com esse argumento, toda a minha perspectiva a respeito daquilo que comigo acontece deveria ser governada por estas três considerações:

     * A percepção de quem sou;

     * A consciência do lugar para onde estou indo;

     * E o meu conhecimento daquilo que me espera, quando eu ali chegar.

      O discípulo de Cristo é uma pessoa que sempre deveria viver pensando no final de sua carreira. Não lhe convém fixar os olhos nas coisas visíveis, e, sim, naquilo que é invisível. Esse foi o segredo dos heróis de hebreus 11.

      Por qual razão Moisés não preferiu continuar sendo filho da filha de Faraó? Porque ele preferiu “... ser maltratado junto com o povo de Deus, a usufruir prazeres transitórios do pecado” Hebreus 11:25. Ele tinha fixado o olhar no final da sua carreira, e “contemplava o galardão.” Não perdia o tempo a pensar sobre as realidades passageiras da vida terrena; preferia contemplar a morte e a eternidade. Ele via as coisas que são permanentes, e via como “... quem vê aquele que é invisível – Hebreus 11:27. Foi isso que lhe transmitiu forças para prosseguir no seu chamado.

      Paulo aos Colossenses 3:2 diz: “Pensai nas coisas lá do alto, e não nas que são aqui da terra.” Porventura essa recordação não nos faz sentir condenados? Não faz parecer insensata toda a nossa constante preocupação com as ninharias deste mundo. E tudo o que nele existe? Ora, sabemos perfeitamente bem que tudo isso haverá de desvanecer e desaparecer, mas quão raramente contemplamos aquelas realidades invisíveis!

No que consiste o galardão

      Alegria pura, glória, santidade, pureza e maravilha! Isso é o que está esperando por nós. Esse é o seu destino bem como o meu, em Jesus Cristo, tão certamente quanto estamos vivos neste momento. Quão tolo somos, por não passarmos nosso tempo meditando acerca dessas realidades celestiais! Oh, quanto tempo nós perdemos neste mundo infeliz e desafortunado e deixamos de pensar e meditar sobre aquelas realidades lá do alto! Se somos discípulos de Cristo, então todos estamos caminhando naquela direção, para a glória.

      Quão frequentemente você costuma meditar sobre o céu, rejubilando-se nessa meditação? Isso lhe infunde algum senso de estranheza e temor, como também, por assim dizer, o desejo de evitar tais realidades? Se assim sucede, seja em que grau for, então temo que você terá de confessar-se culpado de estar vivendo em nível espiritual baixo demais.

      Os pensamentos a respeito do céu deveriam encher-nos de regozijo e exultação. A verdadeira vida cristã assemelha-se à experiência de Paulo, o qual declarou: “Porquanto, para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro” – Filipenses 1:21 – por qual razão? Porque estar com Cristo “é incomparavelmente melhor” – Filipenses 1:23, pois então haveremos de vê-lo e de ser como Ele é. 

Restruturado e reformulado, para uso interno da

Igreja Evangélica Comunidade Encontros Com Jesus.

No amor em Cristo,

Pr. Dalton Ramos

 

Versículo do Dia

Rm 15:23

"Mas agora, que não tenho mais demora nestes sítios, e tendo já há muitos anos grande desejo de ir ter convosco, "



by Estudo Bíblico

Família do Reino de Deus

101 - O CRISTÃO DEVE COMEMORAR O DIA DOS NAMORADOS?

     Algumas reflexões intrigantes:      O cristão deve comemorar o dia dos namorados?      O dia internacional dos namorados é comemorado no dia 14 de fevereiro, em Portugal e...

10 - CONSERVE O JARDIM

      Um esposo foi visitar um sábio e disse-lhe que já não amava sua esposa e que pensava em separar-se. O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas...

106 - ENVELHEÇO

     Envelheço quando me fecho para as novas idéias e me torno radical.      Envelheço quando o novo me assusta. E minha mente insiste em não aceitar.      Envelheço...

161 - "PORQUE, COMO IMAGINOU NA SUA ALMA, ASSIM É..."

 (PROVÉRBIOS 23.7A)      Cuidado com o que você pensa, imagina, e com aquilo em que crê, pois, invariavelmente, isso acontecerá. Fracassa quem só pensa em coisas negativas e crê que...

171 - A FÁBULA DO REI E SUAS 4 ESPOSAS

     Era uma vez... um rei que tinha 4 esposas. Ele amava a 4ª esposa demais, e vivia dando-lhe lindos presentes, jóias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo...