Bem-vindos à Igreja Evangélica Comunidade Encontros com Jesus

POR QUE JESUS AINDA NÃO VOLTOU?

      Por que Jesus não voltou ainda? (É o que está descrito em II Pedro), é porque Ele ainda não completou a Sua Igreja, ou seja, como é a expressão usada no texto, é porque Ele não quer que nenhum pereça. Nenhum em cada geração. Nenhum quem? Nenhum dos que Ele quer ter para Ele mesmo, como essa "geração eleita", essa "espécie" que é a, nação santa, Sua Igreja-Noiva em cada geração (I Pedro 2:9). Quando Jesus voltará? Voltará quando completar o tempo do Deus TRIUNO para ter a Sua Igreja-Noiva, a Sua família completa, até o último, da última geração na Terra, preparada e adornada Confira em Apocalipse 19:1-9 e Efésios 5:24-27. Mas, para isso, como Ele a encontra (igreja), localiza, reúne estes? Eu volto à figura do garimpeiro.

     Hoje, na Terra, temos cerca de sete bilhões e meio de habitantes. E esse "ambiente” evangélico? O que é? O que representa? É mais um descarte de cascalhos que um garimpeiro lança fora. Mas é porque Ele, o "garimpeiro", está buscando o Seu, os que pertencem a Ele (Veja Mateus 13:47-50), mesmo que haja um volume tão grande de cascalhos, usando o vocabulário evangélico para tudo, cascalho que nada tem a ver com a Igreja-Noiva; nada tem a ver com o ouro do Senhor. Mas Ele está garimpando, reunindo, juntando, em cada geração, os que correspondem a Abel e a Abraão, tal como está em Hebreus 10:19-39; e todo capítulo 11.

     Abel representa a humanidade inteira dos que verdadeiramente creem no Senhor Jesus Cristo; que creram mesmo quando a Revelação ainda estava tão pequena. (Porque a Revelação, após a vinda de Jesus, agora, já é completa); mas lá já estava Abel representando todos que viveriam pela Fé (Hebreus 11:4).

     Depois, Abraão. E aí, a fé de Abraão. Então, vamos descobrir que a fé de Abraão é da mesma natureza da fé de Abel. (Após ler Hebreus 10:38 até o final de Hebreus 11, capture o que está em Gálatas 3:2-11).

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A MAIS FANTÁSTICA MENTIRA DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE: O NATAL

“Mas o Espírito [Santo] expressamente diz que nos últimos tempos alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios,... Sabe, porém, isto:Nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis [terríveis, trabalhosos]...- I Timóteo 4.1 e II Timóteo 3.1

INTRODUÇÃO:

     “O Natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sob o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiram na antiga Babilônia de Ninrode. Na verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio.

     Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado (...) baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de ‘Marad’ que significa ‘ele se rebelou, rebelde’.

     Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje.

     Ninrode era tão perverso que se diz que se casou com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.

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CONHEÇA A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NASCIMENTO DE JESUS

      Quais são os equívocos mais comuns sobre o nascimento de Jesus Cristo?

      A típica história que nós repetidamente ouvimos é:

      "Na noite de 25 de Dezembro, cerca de 2000 anos atrás, Maria se dirigia a Belém montada em um jumento, à beira de dar à luz o seu bebê. Embora fosse uma emergência, todas as hospedarias lhes negaram abrigo. Então eles tiveram Jesus em um estábulo. Em seguida, os anjos cantam aos pastores, e depois todos se juntam aos três reis magos montados em camelos no louvor ao silencioso recém-nascido."

      O problema é que essa história pode estar quase completamente errada. Os eventos que rodearam o nascimento têm sido recontados tantas vezes de tantas formas - em peças, poesias, livros e filmes - que a maioria das pessoas têm uma visão distorcida dos verdadeiros eventos. O único registro preciso é o que se encontra na Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus.

      Maria montou num jumento para chegar em Belém? Talvez, mas há várias outras possibilidades. A Bíblia não diz como ela chegou a Belém. Diz apenas que ela foi acompanhada por José.

      Maria chegou a Belém na noite em que ela deu à luz? A Bíblia não sugere isso. Eles podem ter chegado semanas antes. A Palavra de Deus simplesmente diz: "E aconteceu que, estando eles ali [em Belém], se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz" (Lucas 2:6). Chegar na cidade bem antes dessa data faria mais sentido. A jornada de Nazaré a Belém normalmente durava três dias.

      José ou Maria falaram com algum hoteleiro? Talvez, mas não há razões bíblicas fortes para acreditar que sim. Embora hoteleiros sejam importantes personagens em muitas peças de Natal, nenhum hoteleiro é realmente mencionado no registro bíblico do nascimento de Cristo. Além do mais, é bem possível que Maria e José tenham na verdade se hospedado numa casa com parentes (sabendo que José era de Belém naturalmente parte de sua família morava na cidade), não em algum tipo de hotel dos tempos bíblicos.

      Jesus nasceu em um estábulo? Ou em um celeiro? Ou em uma caverna? A Bíblia não menciona nenhum desses três lugares em conexão com o nascimento de Cristo, menciona apenas uma manjedoura. A Escritura diz apenas que eles deitaram Jesus em uma manjedoura porque não havia nenhum lugar para ele no quarto de hóspedes. A palavra grega usada na Escritura é kataluma, e pode significar quarto de hóspedes, alojamento ou hospedaria. Na única outra vez que aparece no Novo Testamento, essa palavra significava um quarto amplo e mobiliado de um sobrado, dentro de uma casa particular. É traduzido como quarto de hóspedes, não como hotel (Marcos 14:14-15). De acordo com nossos peritos em arqueologia bíblica, Jesus provavelmente nasceu na casa de parentes, mas fora da sala e do quarto de hóspedes.

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A TIGELA DE MADEIRA

     Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.

     A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa. O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. “Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai”, disse o filho. “Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão”. Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação. Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira. Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão.

     O menino de quatro anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança: “O que você está fazendo?”. O menino respondeu docemente: “Ah, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer”. O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família. Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava. De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua, e amanhã será melhor. Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram. Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem. Aprendi que “saber ganhar” a vida não é a mesma coisa que “saber viver”. Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance. Aprendi que viver não é só receber, é também dar. Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo. Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto. Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros. Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque humano segurar na mão, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas. Aprendi que ainda tenho muito que aprender...

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UMA HISTÓRIA REAL

     Essa tradução do Reverendo Oscar Lehenbauer, de uma história acontecida com uma missionária americana que atuava em pleno coração africano, nos revela um final emocionante... E como Deus preocupa com a gente!

     Certa noite eu estava fazendo de tudo para ajudar uma mãe em trabalho de parto. Apesar do esforço ela não resistiu e nos deixou com um bebê prematuro e uma filha de dois anos em prantos. 

     Era muito complicado manter o bebê vivo sem uma incubadora (não tínhamos eletricidade para ativar a incubadora). Também não tínhamos recursos adequados de alimentação.

     Mesmo morando na linha do equador, as noites eram frias com aragens traiçoeiras.

     Uma das aprendizes de parteira foi buscar a caixa que reservávamos a tais bebês e os panos de algodão para envolvê-lo.

     Uma outra, foi acender o fogo para aquecer uma chaleira com água, para a bolsa de água quente. Sem demora, retornou desconsolada, pois a bolsa disponível havia rompido. Borracha estraga fácil em clima tropical. “Era nossa última bolsa”, disse-me.

     Assim como no ocidente se diz que “não adianta chorar sobre o leite derramado”, na África Central poderia ser que “não adianta chorar sobre bolsas estragadas”. Elas não crescem em árvores, e não existem farmácias no meio das florestas...

     “Muito bem”, eu disse, coloque o bebê em segurança o mais próximo quanto possível do fogo e durmam entre a porta e o bebê para protegê-lo das rufadas de vento frio. Precisamos manter o bebê aquecido.

     Na manhã seguinte, fui orar com as órfãs que se dispuseram a reunir comigo. Fiz uma série de sugestões que pudessem despertá-las a orar e, também, contei-lhes sobre o bebê.

     Expliquei nossa dificuldade em manter o bebê aquecido, em função da única bolsa de água que havia estourado, e que o bebê poderia morrer de frio.

     Mencionei a irmãzinha de 2 anos, que não parava de chorar, pela perda e ausência da mãe. 

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O MILAGRE DO AMOR DE DEUS

      Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada. Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.

     A gravidez se desenvolveu normalmente. No tempo certo, vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos: depois a cada três; então, a cada minuto uma contração. Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas. Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana. Até que, enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu. Só que ela estava muito mal. Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary. Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais: “Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças”. Karen e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral. Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo bebê. Hoje, os planos eram outros.

     Enquanto isso, Michael todos os dias pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha. “Eu quero cantar para ela”, ele dizia. A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela. Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não eram permitidas na UTI. Entretanto, Karen decidiu. Ela levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva. Ela vestiu Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital. A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali. Mas Karen insistiu: “Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!” Ela levou Michael até a incubadora. Ele olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida, depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com a sua voz pequenina: “Você é o meu sol, meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...” Nesse momento, o bebê estabilizou. Karen encorajou Michael a continuar cantando. Você não sabe querida, quanto eu te amo. Por favor, não leve o meu sol embora...”. Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave. “Continue, querido!”, pediu Karen, emocionada. “Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços...” O bebê começou a relaxar. “Cante mais um pouco, Michael.” A enfermeira começou a chorar. “Você é o meu sol, o meu sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro... Por favor, não leve o meu sol embora...”

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Versículo do Dia

Ef 3:11

"Segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor, "



by Estudo Bíblico

Família do Reino de Deus

120 - UM SORRISO

     Um SORRISO não custa nada e rende muito.      Um SORRISO enriquece quem recebe sem empobrecer quem o dá.      Um SORRISO dura somente um instante, mas seus...

213 - DEUS QUER O SEU BEM

“… Para que tudo vá bem [com vocês]...” Deuteronômio 5:29      Quando Deus lhe diz para fazer alguma coisa que parece difícil ou desagradável, Ele não está tentando complicar sua...

23 - A FORCA

     Havia um homem muito rico, que possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço...      Tinha ele um único filho, um único...

43 - E TUDO PARECIA TÃO SEGURO

     Corria o ano de 1912. O Titanic preparava-se para sua viagem inaugural, construído com a melhor tecnologia da época, o navio foi apresentado ao público como a obra...

86 - PLÁCIDO E CARRERAS

     Eis uma história que nem todos conhecem mas que nos leva a pensar se precisamos mesmo conviver com a rivalidade. Plácido Domingo, José Carreras e Luciano Pavaroti. Refere-se...